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TEMA: O MOVIMENTO ANTIVACINA: REVOLTA OU PERIGO À SAÚDE PÚBLICA?

Em 1904, o então Presidente Rodrigues Alves, juntamente com o médico Oswaldo Cruz organizaram uma missão de vacinação forçada no Rio de Janeiro, a qual desencadeou a conhecida Revolta da Vacina. Na atualidade, observa-se através das mídias, televisivas ou sociais que o Brasil vem enfrentando diversas discussões de grupos antivacina, isso ocorre, pelo excesso de boatos, inverdades e desinformações, como também, o medo de reações colaterais à vacina. Assim, os pais colocam-se na condição de não imunizar seus filhos, pondo em risco a vida destes e a de outros, consequentemente, gerando risco à saúde pública.

Nesse contexto, vale ressaltar que embora a internet tenha democratizado o acesso à informação, ficou perigoso para à saúde pelo seu poder de propagar afirmações falsas, com isso, vários pais mostram-se contrário à vacinação, por achar a imunização desnecessária em crianças saudáveis e por medo de possíveis reações. Embora tal atitude fosse mais esperada em camadas pouco educadas ou famílias de baixa renda, cidadãos de classe média, com alta escolaridade e acesso à informação estão entre os principais adeptos da antivacinação, publicado pelo El País Brasil (Jornal diário espanhol com versão em português). Com isso, o avanço desses movimentos já preocupa o Ministério da Saúde (MS), que observa queda no índica de cobertura de alguns imunizadores oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS), relatado pelo r7 (Portal de Notícias Brasileiro).

Por outro lado, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacinação constitui uma das intervenções mais importantes no âmbito da saúde pública no mundo, como resultado, ela é crucial para a imunização diante de vírus agressivos. Disto posto, isso preocupa e causa alerta na sociedade porque são doenças imunopreveníveis, que podem voltar a circular se a cobertura vacinal cair. Por isso, é necessário refletir, que os pais que optam por não vacinar seus filhos pões em risco não somente seus herdeiros, mas toda a população em sua volta, visto que, a vacinação além de impedir o contágio contra enfermidades, evita a proliferação de surtos e epidemias de doenças fatais.

Para Platão "O importante não é viver, mas viver bem", tomando como verdade, medidas são necessárias para resolver esse problema. Assim, o Ministério da Educação (MEC) mediador da aprendizagem e responsável pela a realização das atividades de acompanhamento, promova por meio de campanhas, palestras, cursos e bate-papos sobre os benefícios da vacinação com a ajuda de funcionários, pais e membros da comunidade, no intuito de desconstruir a desconfiança sobre o conhecimento cientifico.
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