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No livro "Sob a redoma", escrito por Stephen King, a cidade de Mill perde o fornecimento de alimentos, energia e água por conta do domo, levando o prefeito a declarar racionamento. Assim como na ficção, durante a crise hídrica, alguns lugares do Brasil viveram o racionamento.
A partir desse contexto, há dois importantes fatores que devem ser considerados: a negligência e falta de planejamento na gestão da água e os interesses duvidosos dos governantes brasileiros.
Apesar de ser o país com a maior reserva de água doce do mundo, falta, no Brasil, atenção e cuidado no que tange administrar esse recurso. Em países que sofrem com desastres naturais, como Estados Unidos e Japão, existe a preocupação de prevenir as consequências, educar as pessoas e alertá-las a qualquer sinal de ameaça. Tais medidas diminuem os impactos dos fenômenos à população. No Brasil, não se têm planos de prevenção à escassez, mesmo com o histórico de secas em algumas regiões, muito menos de alertas a respeito dos níveis das represas.
Além disso, a agropecuária é responsável por mais de 60% do consumo de água do país e os interesses políticos colocam a responsabilidade da economia no uso doméstico, sendo que a falta dela pode causar sede, falta de alimentos e de energia elétrica.
Sendo assim, medidas são necessárias. Cabe ao Ministério do Planejamento, com base no estudo de estatísticas, construir um plano de gestão de crises, evitando que ocorra nova falta d'água nas cidades e campos. E cumpre ao Ministério do Meio Ambiente, em parceria com instituições de ensino superior, desenvolver pesquisas e criar um estatuto para o uso dos recursos hídricos pela indústria e agropecuária, a fim de diminuir gastos excessivos e prevenir a falta deste recurso vital. Só assim teremos um consumo de água que seja bom para todos.
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