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Os millennials, como são chamados aqueles que nasceram na década de 90, cresceram embebidos pela tecnologia, ansiedade, velocidade e, consequentemente, com uma saúde mental frágil. Desse modo, no tange à qualidade de vida mental de jovens e adolescentes, o Brasil vive uma epidemia invisível, seja pelo fator exponencial de desejar o crescimento rápido e afirmação pessoal, seja também pela decadente relação interpessoal que o jovem tem cultivado, devido o meio tecnológico. Por conseguinte, torna-se impreterível discutir meios que colaborem para contornar tal agrura da geração futura.
Cabe destacar, de início, sobre a mentalidade juvenil, o desejo constante que o jovem tem de se autoafirmar. A hodierna sociedade está propiciando um legado cada vez mais da necessidade de se pertencer, ou melhor, quanto mais cedo estiver no mercado de trabalho, formado, com dinheiro, ter formado uma família, por exemplo, maior o seu prestígio e legado na sociedade. Segundo o mapa da violência de 2017, o número de suicídios entre os jovens de 15 a 25 anos aumentou em 10% desde 2005 e, entre as causas, está a depressão, identificação pessoal, profissional, dentre muitas. Nesse sentido, infelizmente, pôr fim a vida, muitas vezes, parece ser a solução por não suportar a pressão social.
Ademais, as relações fracas entre as pessoas tende ser o principal motivo para a péssima saúde mental de jovens. Nesse viés, o conceito de "modernidade líquida", criada pelo sociólogo Zygmunt Bauman, pode tentar explicar as causas de tantos problemas, pois para o teórico, a substituição de valores coletivos por individuais, e as relações fluídas que se desfazem de maneira simples, são desencadeadoras da depressão, por exemplo. Assim, ver o mundo refletido por telas de celulares, e vislumbrar vidas externas "perfeitas, baixa a autoestima e passa a errônea impressão de que o jovem não se encaixa em padrões estereotipados e, para tal, a solidão e isolamento acaba sendo uma importante, senão a única, companhia.
Portanto, corrobora-se que a juventude está sendo alvo de experiências degradantes para a boa convivência e saúde mental. Porquanto, vide tamanho fatores, cabe fomentar, incentivado por escolar e prefeituras, a prática de esportes em praças públicas para a melhor convivência e relação entre as pessoas, revela-se de grande validade. Além de, ainda, a família, como encubadora de caráter social, orientar e ter momentos de conversa com filhos, pondo de lado celulares, e ouvir os anseios do jovem para com sua vida é essencial para o alívio, desabafo e, até mesmo, para a recomendação de médico se necessário. Somente assim, quando houver problemas, o jovem encontrará caminhos de solução.
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