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Durante a evolução da espécie humana, as DSTs acompanham a história da humanidade. Na Grécia Antiga foram chamadas de doenças venéreas, como referência a Vênus, a Deusa do Amor. Nos dias hodiernos, as DSTs continuam a assombrar a humanidade, tendo um avanço significativo entre os jovens. Sendo assim, discussões devem ser abertas em busca de soluções para o referido problema.
Em primeira análise, cabe pontuar que o avanço no combate da doença gerou uma banalização de que elas são menos graves,tendo como consequência , cada vez mais indivíduos não se prevenindo e doentes. Hepatite C, gonorreia, sífilis, e outras doenças têm crescido nas estatísticas entre os jovens brasileiros.Comprova-se isso, por meio do jornal Estadão, que publicou, em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde divulgou que casos de HIV e Aids entre jovens de 15 a 24 anos aumentaram 85% nos últimos 10 anos. Em 2016, seis em cada 10 jovens mantiveram relações sexuais sem proteção.
Ademais, convém frisar que a Aids e todos os outros tipos de doenças relacionada as DSTs ainda são um tabu na sociedade, gerando preconceito. A título de exemplo, o filme "Boa sorte, João",conta a história de dois jovens que se encontram em uma clínica psiquiátrica e acabam retratando as dificuldades de viver com duas doenças cercadas de tabus: a Aids e a depressão. Nesse contexto, o filme retrata exatamente o que muitos passam por possuírem a doença, encontram dificuldades para enfrentá-la por conta de todo o tabu que gira em torno da doença.
Portanto, medidas são necessárias para que esse crescente numero de jovens infectados diminua e todo esse preconceito seja disseminado. É imprescindível, que o Ministério da Saúde crie uma campanha com enfermeiros e profissionais da saúde, exatamente, direcionada aos jovens, com palestras nas escolas de todo o país, mostrando todas as doenças, como prevenir, a fim de que os jovens estejam mais conscientes e se previna, diminuindo o numero de infectados. Além disso, a mídia , poderia exibir campanhas para disseminar o preconceito, e debates sejam abertos em programas de horário nobre, a fim de que mais pessoas conheçam a doença e todo esse tabu seja quebrado.
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