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O governo de Juscelino Kubitschek foi marcado pelo desenvolvimento. Em outras palavras, a modernização foi uma característica marcante do seu governo. Nesse viés, a demanda pela integração do território era de extrema necessidade. Dessa forma, o sistema rodoviário, que já era usado no Brasil, passou a ser a melhor opção para aquela demanda da ex-colônia de Portugal. Entretanto, outros meio de transportes alternativos foram deixados de lados, não somente em relação ao transporte de produtos da indústria, mas também na própria locomoção do indivíduos nas cidades. Dessa forma, as rodovias e as vias públicas, que antes eram sinônimos de evolução, se tornaram um problema de grande escala na mobilidade urbana.
Em primeiro plano, é necessário destacar que o Brasil está longe de ser um molde em relação à locomoção urbana. Em contrate com essa situação, encontra-se a cidade de Groningen, localizada na Holanda, haja vista que esse território é conhecido por ser uma grande referência em questão da mobilidade. De tal modo que, grande parte das viagens nessa região são feitas com o uso da bicicleta. Tendo como exemplo essa cidade, pode-se perceber que, no Brasil, as ciclo vias são encontradas em pequenas quantidades, como também o transporte público está em estado calamitoso, com horários inflexíveis e superlotação. Desse modo, a adesão ao veículo próprio torna-se a melhor opção para se locomover dentro das cidades.
Com efeito, o meio ambiente e a população estão sentindo as consequências de um sistema de transporte caótico. A queima de combustíveis fósseis demasiada, por exemplo, prejudica o ciclo do carbono, visto que a atmosfera fica carrega com mais moléculas do que o necessário para a realização do seu processo e assim favorece o aquecimento global. Além do mais, a poluição do ar exacerbada pela queima de hidrocarbonetos pode ocasionar doenças respiratórias como a bronquite. Também, não se pode deixar de lado o estresse causado pelas longas filas de engarrafamento nas grandes cidades.
Urge, portanto, ações que melhorem o sistema rodoviário a fim de minimizar os efeitos causados pelo principal modal brasileiro. Cabe ao governo instituir nas cidades o projeto "Alternativas nos Transporte", esse precisa ser aplicado por meio do auxílio das administrações estaduais e municipais. Esse projeto deve incluir maior quantidade de verba para a construção de ciclovias padronizados nas cidades e também fica à cargo das administrações do municípios formar parceria público-privada com as empresas de transporte para melhoria da qualidade dos transportes públicos com melhor estruturação das rotas, para que assim o uso da bicicleta e o transporte coletivo sejam excelentes meios de locomoção.
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