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O romancista Aluísio de Azevedo expõe em sua obra "O Cortiço" o determinismo que o meio exerce sobre o sujeito, tornando grande a sua atuação em seus comportamentos. Esse panorama auxilia na do debate sobre a saúde pública no Brasil, visto que os Direitos Humanos asseguram a saúde como bem universal.
Segundo o filósofo inglês John Locke, o ser humano é como uma tela em branco que é preenchido por suas experiências e influências. Assim, ao interpretar a Teoria da Tábula Rasa, a qual se assemelha ao viés do escritor supracitado, depreende-se que o indivíduo passa por uma construção ideológica frente à cultura em que está inserido, já que se comporta com base nos conceitos que o rodeiam. Pensando assim, conforme a concepção empirista, a saúde publica nacional tem sofrido depreciação em decorrência de uma doutrina social capitalista, que faz com que o homem não realize um projeto de saúde preventiva, situação que culmina no aparecimento dos males contemporâneos ? obesidade, hipertensão, diabetes e depressão. Desse modo, se evidencia que os comportamentos sociais interferem na vida de uma comunidade e, nesse contexto, intensificam a problemática.
Outro ponto relevante, nessa temática, apresenta-se no enunciado preambular da Constituição Federal de 1988, o qual intenciona garantir o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça ? a partir de suas leis e ações. Assim, de acordo com a conjuntura atual, é visível a ineficiência da legislação vigente, que reflete na questão da saúde popular brasileira. Isso ocorre posto a negligência das instituições governamentais em disponibilizar recursos, bem como de gerenciar políticas públicas que executem o desenvolvimento de centros hospitalares, dada a existência de um pragmatismo político que omite o seu papel de garantidor do progresso da nação. Infere-se, portanto, que a carência na qualidade de saúde deve ser sanada, atendendo às prerrogativas da Carta-Magna.
Está exposta, pois, a configuração negativa enfrentada em questão no contexto brasileiro. Desse modo, é preciso que os Ministérios da Saúde coordene políticas de desenvolvimento humano, através de fortes campanhas midiáticas, com a finalidade de levar informação sobre a importância da prática de uma vida saudável, almejando que haja a erradicação de doenças como as supramencionadas. Ademais, cabe a União e seus Estados, por sua vez, colocar em prática integralmente as proposições constitucionais, por meio de maiores investimentos em tecnologia e cursos na área da saúde, com o fito de gerar progresso no ramo, para que, assim, seja possível garantir a execução dos Direitos Humanos e da Magna-Carta.
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