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Consequência da gravidez precoce

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a gravidez precoce pode ser definida como uma denominação dada quando a menina engravida entre os 10 e os 19 anos. Em nossos dias, pode-se dizer que tal imprudência gera consequências que envolve a maior parte da sociedade. Isso se evidencia não só pelo número de adolescentes grávidas como pela falta de informação e o acesso restrito a uma educação sexual integral. É cada vez maior o índice de gravidezes indesejadas ou cedo demais muitas vezes vindo de classes sociais mais baixas, essa realidade permite considerar que medidas devem ser tomadas com a finalidade de que abandonos e mortes não aconteçam mais nesse meio.

No Brasil, a taxa de gravidez na adolescência é de 68,4. Em uma publicação no site das Nações Unidas, Clarissa Etienne, diretora da OPAS, disse que as taxas de fertilidade entre adolescentes afetam principalmente as populações que vivem em condições de vulnerabilidade e demonstram desigualdades existentes entre e dentro dos países. As meninas de famílias de rendas inferiores e as indígenas, particularmente nas áreas rurais, também têm maior probabilidade de gravidez precoce. Geralmente a gravidez indesejada ou antecipada vem de um contexto social onde grande parte desses fatos vem de adolescentes de classes sociais mais baixas, talvez pela falta de informação ou até de sua própria estrutura familiar. Muitas consequências provem da gravidez na adolescência tal como o abandono como um dos principais fatores decorrentes, muitas vezes as mães jovens demais não medindo as consequências acabam abandonando a criança ou então criando sem nenhuma base, sem nenhuma ajuda social ou familiar.

Além disso, grandes fatos podem ser também concluídos da ausência da figura paterna onde em muitos contextos o pai se recusa assumir paternidade da criança, ter um filho na adolescência pode gerar riscos para a criança e a adolescente que a gera pois nem sempre seu corpo está preparado para gerar uma vida. A publicação das Nações Unidas demonstrou, que 1,9 mil adolescentes e jovens morreram em 2014, como resultado de problemas de saúde durante a gravidez, parto e pós-parto. O risco de morte materna se duplica entre mães com menos de 15 anos em países de baixa e média renda. As mortes perinatais são 50% mais altas entre recém-nascidos de mães com menos de 20 anos, na comparação com recém-nascidos de mães entre 20 e 29 anos.

Desse modo, a gravidez na adolescência requer medidas efetivas para ser amenizada em nosso país. Nesse sentido, o governo e as ONGs devem orientar os jovens por meio de palestras, com professores especializados, psicólogos e gestão da saúde. Espera-se com isso, diminuir a taxa de gravidez.
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