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Em 2018 , o movimento do sufrágio feminino completou 100 anos ,esse movimento marcou o início das manifestações femininas por mais direito , como direito ao voto . Graças a ele, e vários outros, atualmente as mulheres são um pouco mais autônomas. Todavia, a luta ainda não acabou, uma vez que ainda há desigualdade.
A divergência social entre homens e mulheres é uma discussão atual , pois ainda temos mulheres vivendo com menos direitos que homens , seja ele direito a liberdade de padrões sociais e estereótipos que ditam que "lugar de mulher é na cozinha", como eram as mulheres atenienses , ou até mesmo o direito a estudar .Um símbolo dessa luta, foi a paquistanesa Malala Yousafzai que escrevia textos sobre o direito das mulheres poderem frequentar a escola e após sofrer um atentado e levar vários tiros, publicou um livro que lhe proporcionou o Premio Nobel da paz .
Ademais, a discrepância salarial entre homens e mulheres, no Brasil, chega a aproximadamente 12% , mesmo quando ambos os sexos desempenham a mesma função . Outrossim, não há mulheres ocupando altos cargos , assim como não há mulheres no congresso e no senado , salvo raras exceções.De tal modo que se o mercado de trabalho e a estabilidade econômica fossem uma corrida, as mulheres estariam 500 metros atrás dos homens na linha de chegada . Contudo, a igualdade ainda é buscada, um exemplo foi a Women?s March, em 2017, quando milhares de norte americanas marcharam pelas ruas de Washigton D.C por mais direitos.
Portanto , evidencia-se que na sociedade patriarcal atual não há espaço para as mulheres e medidas são necessárias para integrá-las. Logo, o Poder Legislativo deve criar leis que tornem crime mulheres ganharem menos que os demais funcionários e também leis que obriguem grandes empresas a integrarem cotas de vagas para o público feminino , assim como os cargos públicos devem comportar um número mínino de mulheres, para que elas possam participar, de forma mais justa, do mercado. Além disso, cabe aos grandes veículos de comunicação, às Instituições de ensino e também à família não estabelecer regras de comportamento feminino e sim incentivar a autonomia e liberdade , a fim de , cada vez mais , erradicar o preconceito e, conseguentemente, a desigualdade.
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