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Tema: Doac?a?o de órgãos no Brasil
Na metodologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma enorme pedra morro acima eternamente. Dessa forma, todos os dias Sísifo atingia o topo do rochedo, contudo, era vencido pela exaustão, assim a pedra retornava a base. No contexto social vigente, é evidente, que esse mito assemelha-se a luta cotidiana de pacientes na fila de espera, em busca, de solidariedade na doação de órgãos no Brasil. É indubitável, que isso decorre principalmente pela falta de informação sobre o processo e pela ausência de estrutura dos hospitais.
Observa-se, em primeira instância, que a falta de informação sobre o processo de doação de órgãos é fator determinante para permanência da problemática. Conforme, a Constituição Federal de 1988, no Art 199, institui a legalidade da remoção de órgãos humanos para fins de transplante, caso seja, autorizado pelo doador ou seu familiar responsável. Outrossim, indivíduos se prendem aos mitos envolvidos na doação de órgãos, muitos acreditam que o órgão a ser doado será retirado antes que ocorra a morte cerebral ou especialistas forçaram para que haja de forma mais expedito a defunção. Ademais, é inegavelmente, que familiares não tem total conhecimento sobre o processo de doação, bem como, quais órgãos poderão ser doados, e da quantidade de pessoas que serão beneficiadas.
Deve-se abordar, ainda, que a ausência de estrutura dos hospitais, também é causador da adversidade. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de órgãos (ABTO), encontra-se cerca de 35 milhões de pessoas aguardando transplante. Haja vista, hodiernamente, inúmeros sujeitos procuram o Sistema Único de Saúde (SUS) para realizarem o transplante, tendo que, enfrentar enormes filas de espera para a recepção do órgão requerido, inquestionavelmente, ocasionando o insucesso, devido faltas de capacitação de profissionais específicos na área para que aconteça a transplantação.
Diante dessa problemática, consta-se, que ainda há entraves para sanar a luta costumeira de pessoas que necessitam de transplante de órgãos. Em primeiro plano, faz-se necessário, que o Ministério da Saúde em parceria com as ONGs, realizem propagandas e outdoors, por meio de uma ampla divulgação midiática e televisiva, com participação de profissionais capacitados, para abordar sobre o processo de doação de forma explicita, na perspectiva, de que familiares se desprenda dos mitos relacionados ao revés. Dessa maneira, as famílias terá mais conhecimento sobre o processo de transplante, ademais, diminuirá as filas de espera de órgãos. Destarte, a realidade se distanciará do mito grego e os Sísifos brasileiros vencerão o desafio de Zeus.
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