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A homolesbotransfobia, quando pensada, principalmente priorizando a sociedade brasileira, gera impactos negativos para toda comunidade LGBT. Por essa razão, é necessário colocar em debate, os caminhos para combater a cultura homolesbotransfobica enraizada no Brasil.
Certamente, o principal fator que provoca essa fobia é a cultura heteronormativa e heterocêntrica, uma vez que, de acordo com o sociólogo Émile Durkheim, essa cultura apresenta-se como fato social, pois os indivíduos que saem na normalidade da sociedade heterossexista será punido pelo poder de coerção do sistema heterossexual que domina a sociedade brasileira.
Outrossim, essa coerção é reproduzida pelo sistema de varias maneiras, como violências verbais, físicas e até mesmo assassinato da população LGBT. Ademais, existe também rejeição, depreciação e humilhação que os LGBTs passam para conseguir entrar no mercado de trabalho. Por conseguinte, são marginalizados, assim, tendo como único meio de trabalho a prostituição. Logo, ficando vulneráveis a problemas de saúde mental e física.
O físico Albert Einstein dizia que " é mais fácil desintegrar um átomo do que combater o preconceito". Contudo, não é impossível. Fica claro, portanto, que para combater a homolesbotransfobia, precisa-se ressignificar as percepções de normalidade e criar um novo repertório simbólico e cultural que respeite toda a diversidade sexual e de gênero. Assim, para criar essa nova cultura, o Governo Federal deve fazer a conscientização da população, na qual pode ser feito através da educação, por intermédio de agentes capacitados, como professores e psicólogos, com a finalidade de ensinar o respeito à diversidade sexual e de gênero. Dessa maneira, os caminhos iram ser construídos para se combater a homolesbotransfobia no Brasil.
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