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Tema livre: Desafios do combate à obesidade infantil
O documentário Quanto Tempo o Tempo Tem, disponível na Netflix, apresenta o ritmo acelerado que as pessoas têm vivido nos últimos anos. Mostra também como ocorreu a modificação da tecnologia e do trabalho, e como esses afetam os indivíduos. Por consequência, todos os aspectos da vida modificaram-se, por exemplo, a alimentação e a frequência com que se faz atividades físicas. Hábitos esses os quais estão sendo repassados para as próximas gerações e têm afetado profundamente as crianças atualmente.
O capitalismo, sistema econômico vigente desde a Revolução Industrial nos séculos XVIII e XIX, transformou o modo de vida da sociedade ao introduzir conceitos como tempo e lucro. Esses combinados trazem a ideia de que quanto mais horas se passa trabalhando maior será o lucro. Ou seja, no mundo contemporâneo, surgiram maneiras de se economizar tempo para assim ter mais horários para trabalhar. Um exemplo são os fast food, traduzindo livremente fica comidas rápidas, vendidos em franquias ou como congelados em supermercados, que ficam pronto em minutos. Entretanto, são ricos em carboidratos e sódios, os quais em excesso trazem malefícios para a saúde do ser humano, pois são fatores que podem gerar doenças crônicas. Nesse cenário, os indivíduos que também estão sendo prejudicados são as crianças, as quais, consequentemente, sofrem com o ritmo de vida acelerado dos pais ao também se alimentarem como eles. Por conseguinte, a obesidade infantil aumentou nos últimos anos, e, dessa forma, faz-se necessário mudar o ritmo de vida dos adultos para que eles observem os efeitos negativos surtidos nos filhos, sobrinhos, etc.
As doenças crônicas são condições em que, geralmente, o organismo sofre com maus hábitos alimentares frequentes, por exemplo, os quais afetam a saúde do indivíduo para o resto da vida. Contudo, não é apenas a alimentação que afeta a qualidade de vida, mas sim, o sedentarismo. Um fator que corrobora para isso é a tecnologia. Cada vez mais as crianças preferem se entreter com tablets e smartphones do que brincar ao ar livre, pois são instrumentos tecnológicos coloridos, chamativos e geralmente de fácil acesso. Dessa forma, a ausência de exercícios físicos aumenta níveis de colesterol e glicose no organismo podendo gerar, futuramente, pressão alta, diabetes ou doenças cardíacas. Condições físicas que não têm cura, porém têm controle. Consequentemente, mais indivíduos sofrendo com essas condições, sobrecarregam o sistema de saúde e diminuem a expectativa de vida, sendo que, a prevenção para tal não é tão complexa.
Portanto, o Ministério da Saúde juntos com prefeituras municipais, além de, produzir campanhas advertindo sobre o aumento de casos de obesidade infantil precisa enfatizar as causas. Para assim, informar pais e responsáveis sobre a gravidade da situação. Também é necessário investimento em praças e parques públicos seguros, dessa forma, incentivando os adultos e as crianças a passarem mais tempo ao ar livre se exercitando e brincando. Porque aqueles são os grandes influenciadores desses. Com essas medidas, procura-se reduzir a obesidade infantil, as doenças crônicas e a sobrecarga no sistema de saúde.
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