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A Revolução Industrial, século XVIII, criou uma nova relação entre o homem e a natureza. A industrialização, cada vez mais constante, implicou em uma maior destruição ambiental em detrimento do desenvolvimento. Nesse contexto, a sociedade possui em sua bagagem histórica esse caráter que visa o poder e o lucro a qualquer custo. Infelizmente, os mais prejudicados são o meio ambiente e, consequentemente, o próprio homem. Por isso, tal prática deve ser restringida, objetivando um equilíbrio entre os dois lados.
Em primeiro plano, os homens dominam a natureza ao seu redor ao invés de conviverem com ela. Eles procuraram tirar o máximo de proveito, ignorando os efeitos causados ao meio ambiente e a vida da população. Um exemplo disso é o desastre ambiental em Mariana, Minas Gerais. A mineradora Samarco, visando o lucro e o desenvolvimento em detrimento da preservação ambiental, agiu de forma negligente, permitindo o rompimento de duas de suas barragens que despejaram rejeitos, mataram pessoas e poluíram rios e mares. Com isso, é imprescindível que crimes como esses não saiam impunes aos olhos do Estado.
Junto a isso, o homem não percebe que suas ações prejudicam mais do que favorecem. Nesse tópico, a expansão agrícola em direção ao Centro-Oeste ampliou o desmatamento a fim de aproveitar a exploração do solo, degradando grande parte do ambiente da região. Essas ações geram um aumento do efeito estufa e da camada de ozônio e refletem-se, consequentemente, na vida das pessoas. Alguns séculos atrás, o filósofo Thomas Hobbes havia previsto esse comportamento quando citou a famosa frase ?o homem é o lobo do homem?, ou seja, o próprio ser faz mal a ele mesmo. Assim, é indubitável que essa mentalidade mude.
É evidente, portanto, que as ações humanas prevalecem na procura de desenvolvimento e lucro em detrimento da preservação ambiental. Isso é insustentável para a sociedade. Para equilibrar esses dois lados, o Estado deve produzir novas leis e punir rigorosamente quem as infringi-las, obrigando tais empresas a reporem as áreas degradas e pagarem indenizações aos afetados pelos danos causados. Também, é importante que os agentes poluidores filiem-se com ONGs pró-meio ambiente e encontrem juntos maneiras de conciliar suas ações. Por último, as instituições de ensino devem, por meio de discussões, apresentar a seus alunos formas de equilibrar o desenvolvimento e o meio ambiente com o objetivo de que as gerações futuras adquiram uma consciência sustável. Outras ações também devem ser realizadas, mas assim como dito pelo escritor Oscar Wilde, os primeiros passos são fundamentais para a evolução.
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