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Segundo o filósofo Descartes, não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis. Nesse contexto, é incontrovertível os legados deixados por eventos mundiais sediados no país, entretanto, esses são mínimos comparados com o alto investimento. Dados estatísticos do jornal Matriz de Responsabilidade mostram que dos 27,1 bilhões gastos com a Copa de 2014, 22,8 bilhões foram dinheiro público. Por isso, ao analisar os legados deixados, é necessário considerar os seus impactos positivos e negativos.
Em primeiro lugar, tem se como aspectos positivos um aumento significativo no número de turismo no país, a melhoria do transporte público que beneficia uma parte da população local. Por exemplo, o Rio de Janeiro cidade-sede da Copa 2014, recebeu novas linhas de metrô e BRT, ganhou novos estádios e dois novos museus. Contudo, a cidade-sede apresenta um dos melhores IDH do país, embora tenha uma parte bem desenvolvida e outra que abriga muita pobreza.
Ademais, ao contrapor os aspectos positivos desses eventos com os negativos, os negativos se sobrepõem. Tal como, o grande gasto público com o evento e os benefícios para uma pequena parcela da população, esse que poderia ser investido em larga escala na educação, moradia, saúde pública e trabalho. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, o Estado podia fazer tudo que garantisse a segurança da população. Nesse sentido, garantindo direitos sociais a ela. E de acordo com o Artigo 6 da Constituição Federal de 1988, são direitos sociais do indivíduo a educação, a saúde, a alimentação, a moradia, o trabalho, e o lazer. Porém, nem todos os recebem igualitariamente.
Dessa forma, é indubitável os impactos positivos deixados, porém eles não são capazes de atenuar os negativos. Por isso, é dever do Estado utilizar os recursos financeiros arrecadados para beneficiamento da população, investindo na saúde, educação, moradia e assistência dos desamparados. Por exemplo, o Estado deve disponibilizar equipamentos mais tecnológicos para os hospitais e contratar mais profissionais capacitados. Assim, como também deve levar tecnologia as escolas auxiliando no aprendizado de crianças e jovens, com isso dando acesso a tablets e computares, desconhecidos pela camada menos favorecida da sociedade. Por fim, o Estado deve investir em moradias sociais e melhorar a qualidade dos abrigos, enviando uma fiscalização mensal para acompanhar o funcionamento e a qualidade. Para que assim, possa-se minimizar parte da desigualdade social descomunal e eventos mundiais sejam capazes de proporcionar legados para toda a população.
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