O CUPOM VOUPASSAR35 É VÁLIDO POR: dias horas minutos segundos

Tema livre

A insistência da homofobia no Brasil tem criado resistência. Desde 1991, a Anistia Internacional, que tem como objetivo a proteção dos direitos da humanidade, passou a considerar a discriminação contra os atuais LGBT, que envolvem as lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, uma violação aos direitos humanos. As agressões podem ocorrer de várias maneiras, como por exemplo, agressões físicas e/ou virtuais, podendo ser originadas na família, na escola, na comunidade etc. Mesmo com a união entre duas pessoas do mesmo sexo ter sido reconhecida legalmente pelo Supremo Tribunal Federal, o preconceito e o desrespeito para com essas pessoas, não acabaram. Vê-se, então, uma necessidade de controlar tal situação.
De certo, constata-se que houve uma maior aceitação dos homossexuais por meio da legalização do casamento gay, de ídolos como o Cazuza assumir a homossexualidade, da ?Parada Gay? entre outros. Mas, o que ainda não foi aceito por parte da população, é que a consideração de ser gay, não é uma opção sexual, nem um crime nem doença como foi e está sendo considerada, e sim uma orientação sexual biológica, psicológica e cultural. Embora a admissão a essas pessoas tenham melhorado, cerca de 84% sofrem com injúrias cotidianas.
Desse modo, considera-se que o ato da homofobia ainda se apresenta muito frequente, devido à falta de leis e projetos que invertam a situação em que os LGBT se encontram. Assim como aconteceu em Santana do Livramento, em que o prédio do Centro de Tradições Gaúchas(CTG) foi incendiado por conta de um ato de homofobia, pois ali seria celebrado o casamento entre duas pessoas de mesmo sexo. A partir desse relato, confirma-se que tais atitudes são de extrema maldade e por isso devem ser controladas. Há certos relatos de que o preconceito em parte dos casos se torna tão sério que alguns dos homoafeitvos cometem suicídio por não suportarem as humilhações.
Portanto, cabe ao governo estadual, realizar projetos de ajuda, por meio de palestras e ONGs (Organização Não Governamental) e debates com psicólogos, a fim de ajudar os LGBT a superarem as afrontas do preconceito. Além disso, o poder legislativo e o judiciário devem atuar na criação e cumprimento de leis que defendam os homossexuais, necessitando de punição para aqueles que ferirem aos direitos de liberdade das pessoas com orientações sexuais diferentes. Desse modo, vale ressaltar que a medida mais importante é o senso comum de todos, é a aceitação de todas as orientações sexuais. Com isso, os LGBT conseguirão se expressar e viver sem preconceitos exagerados que possam vir a interferir em suas vidas.
Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!