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Tema: Os desafios da educação inclusiva no Brasil
Desde da antiguidade até décadas mais recentes, a exclusão de pessoas com algum tipo de deficiência ou a grupos socialmente desprivilegiados, por cor ou disfunção psicológica, desencadearam uma segregação, que, até o século XXI, persiste no Brasil, com a implementação de dois tipos de sistemas educacionais: o regular e a escola especial. Porém, no último decênio, propostas inclusivas foram feitas a fim de sanar essas mazelas.
É fundamental analisar que, apesar do crescimento do número de alunos com algum tipo de deficiência em escola, segundo o Censo de 2014, a disparidade entre jovens ainda é um trabalho árdua ser combatido, já que muitos colégios não apresentam estruturas adequadas - com barreiras arquitetônicas e à falta de instrutores especializados - que segundo o IBGE, apenas 5% dos professores tem alguma formação em educação especial no Brasil. E outras, apesar de possuírem cobram uma taxa extra, dificultando diretamente o acesso às famílias de baixa renda.
Ainda sob essa óptica, alunos superdotados ou com déficit de atenção também sofrem com os obstáculos da inclusão, visto que a massificação do ensino, em que alunos são avaliados de forma padrão, dificulta o desenvolvimento desses jovens, pois não julgados por suas competências individuais. A segregação racial também é outra problemática, pois, apesar da lei de cotas, pesquisas demonstram que uma das principais barreiras socioculturais enfrentadas por jovens é a descriminação da cor, que aliada muitas vezes com o menor poder aquisitivo desses, tem-se como única opção as escolas públicas, em que nem sempre há um acompanhamento específico para qualquer tipo de problema que esses alunos venham à apresentar, apelando, assim, para uma maior defasagem.
Fica claro, portanto, a falta da inclusão no ensino. é válido ressaltar que projetos como o Educação Inclusiva (E.I) e a lei de cotas são fundamentais para diminuir essas segregações, além de inserir esses alunos em um só sistema. No entanto, é preciso mais. O governo, por sua vez, pode investir mais na contratação de profissionais qualificados, para que os jovens possam aprender de forma igualitária. E criar leis que acabem com essa barreiras - em lugares privados e públicos - equipados e preparados esses lugares, além de pôr fiscalizações que acabem com os abusos escolares. E , em parceria com as escolas trabalhar temas que combatam o preconceito e mostrem as plurais formas de aprender, também inserindo jogos e atividades que sejam acessíveis a todos. E para que assim, a sociedade e os institutos de ensino possam respeitar a diversidade.
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