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Papai. Mamãe. Filhinho. Ideia patriarcal marcada pelo Código Civil de 1916 que prevê a família sendo constituída pelo matrimônio e sem direito ao divórcio. No Brasil, esse conceito está em evolução e por mais que haja mudanças a partir da Constituição de 88, em que, família é todo agrupamento onde seus membros se veem como uma. Grande parte da sociedade ainda não se estabiliza com essa situação. Desse modo, rever a conjuntura em que os indivíduos estão inseridos, é indispensável para avaliar seus efeitos na contemporaneidade.
Mormente, a evolução social impacta diretamente nessas transformações. Traço disso, é a Revolução Industria, que com o custo de vida mais elevado, as mulheres se viam na necessidade de trabalhar e ajudar na construção da renda. Com essa constante mudança, houve uma maior independência por parte delas que se tornaram mantedoras de casa e não viam a necessidade de uma figura masculina que, na maioria das vezes, por não poder se divorciar, estava ali apenas para dar continuidade no modelo conservador. Há, ainda, outro fator que não contribui para essas mudanças: O Governo.
Outrossim, por mais que haja maior flexibilidade por meio da redemocratização, ainda é ineficaz. A ideia de moral e bons costumes pregados pelos mais velhos ainda reflete muito no cenário atual, porque a maior marte dos descendentes são criados com o mesmo conceito, não acompanhando e aceitando as alterações dos meios em que vivem. Prova disso, foi a lei 6583/13, aprovada em 2015, medida pelo retrocesso de que família é feita por mais e filhos, propagando cada vez mais a intolerância por aqueles que não sigam o modelo conservador.
Sendo assim, parte dos civis devem aceitar que os novos modelos de núcleos familiares são uma realidade e a intolerância deve ser combatida.
Cabe ao Ministério da Educação a criação de projetos nos meios pedagógicos como o "Família na Escola" que levam os pais algumas vezes por mês para dinâmicas e palestras junto com as crianças e adolescentes que tratem sobre essas transformações, para que debatam e aprendam pregar cada vez mais maneiras de tolerância. Incluindo, assim, a comunidade nesse ideal de mudança cultural.
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