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O século XXI está sendo marcado pelas inovações tecnológicas, principalmente no campo dos acessórios eletrônicos. Por consequência, os indivíduos inseridos dentro de um contexto capitalista, se sentem pressionados a terem as novidades, com a ideia de que seus aparelhos já ficaram obsoletos. Essa lógica tem aumentado significativamente a produção do chamado lixo eletrônico, que pode causar danos para o meio ambiente e para a saúde do ser humano, se não descartado corretamente.
Pelo fato do uso de eletrônicos ser historicamente recente, os cuidados que devem ser tomados com o descarte dos aparelhos é pouco divulgado, e a maioria da população ainda não sabe os riscos que eles podem oferecer. Para produzir equipamentos eletrônicos, são necessários elementos químicos, como bário, bromo e chumbo. O descarte destes equipamentos ou pedaços deles no ambiente pode liberar compostos tóxicos que trazem prejuízos à nossa saúde, como lesões gastrointestinais, renais, e câncer. Além de causar contaminação do solo e de recursos hídricos.
Vale acrescentar que, no Brasil são produzidos por ano cerca de 3,4 kg de lixo eletrônico por habitante, segundo a revista Ciência Hoje. Esse quadro aumenta de proporção devido à chamada obsolescência programada, recurso que as grandes empresas utilizam para venderem novas linhas de seus produtos. O aparelho eletrônico já é produzido com um tempo de funcionamento definido, passado esse tempo, começa a apresentar problemas e o consumidor é forçado a comprar um novo. No entanto, essa transição não é feita de modo correto, e os aparelhos acabam, ou jogados dentro de casa, ou em lixos comuns, causando todos os danos já citados.
Os principais desafios para superar esse problema, são estabelecer uma coleta seletiva eficiente e informar a população quanto aos locais de coleta e destinos desses materiais. A mídia pode promover propagandas que conscientizem a população do perigo que os aparelhos mal descartados geram. O Ministério da Saúde, unido às prefeituras municipais, pode criar programas para aumentar a rede de coleta desses materiais, e estabelecer como incentivo recompensas as famílias que mais colaborarem com o recolhimento.
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