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A questão da mobilidade urbana não é um problema atual. Desde a Revolução Industrial, com produção em massa veículos, temos um quadro de falta de planejamento urbano que não suporta um crescimento exagerado no número de automóveis. Apesar do desenvolvimento das cidades, é preciso que medidas sejam tomadas na organização espacial, visto que tem causado malefícios.
Em primeira instância, é importante analisar que no governo Vargas iniciou-se um incentivo as empresas automobilísticas. Nesse contexto, o país observou um aumento na produção de veículos que persiste até os dias atuais. Além disso, sabe-se que os centros urbanos brasileiros cresceram de forma desordenada, principalmente com o êxodo rural no período varguista, fazendo com que as cidades se tornassem mal planejadas e gerassem engarrafamentos de veículos.
Nessa perspectiva, nota-se que Aristóteles estava certo quando disse que a tecnologia excedeu o homem. Assim sendo, não só tivemos um aumento de veículos em circulação, como também o aumento da emissão de CO2, causando, por exemplo, o efeito estufa, derretimento das calotas polares e chuvas ácidas. Com base nisso, a lei da ação e reação de Newton é clara, se continuarmos poluindo o meio ambiente, a natureza responderá com a mesma força e intensidade.
Torna-se evidente, portanto, a necessidade de medidas para resolver esse impasse. Para isso, é necessário que a Receita Federal destine uma maior parcela dos recursos arrecadados na construção de ciclovias e, em parceria com a mídia, incentivar o uso de bicicletas e transportes públicos nas cidades, por meio de campanhas nos centros das cidades e propagandas televisivas. Somado a isso, as ONGs e os cidadãos devem incentivar a prática da carona solidária e cobrar dos órgãos públicos um maior planejamento urbano. Caso contrário, o Brasil continuará eternamente em berço esplêndido.
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