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Tema: Crescimento do movimento anti-vacina e o retorno de doenças erradicadas no Brasil
Revolta da vacina no século XXI
No ano de 1904, no Rio de Janeiro, populares iniciaram uma revolta contra o governo após se tornar obrigatória a vacinação contra varíola. Muitos desses cidadãos acreditavam que a vacina causaria doenças graves e até a morte. Assim como no século anterior, no Brasil atual cresce o número de pessoas que se recusam a vacinar a si e a seus filhos por acreditarem em mitos acerca desta grande conquista científica.
Um dos argumentos dos grupos anti-vacina é que substâncias que compõe algumas vacinas, como mercúrio e alumínio, podem causar doenças graves, como autismo, a longo prazo. Não existem registros e comprovações científicas que deem respaldo a esta falácia, ainda assim, ela continua a ser divulgada na internet como verdadeira, mostrando o poder de manipulação das notícias falsas sobre indivíduos sem conhecimento prévio sobre o assunto.
Ademais, a vacinação não é apenas uma medida de proteção individual, mas também é uma importante forma de prevenir e controlar epidemias. Se um indivíduo não se vacina, ele põe a própria saúde e a saúde de outros em risco, pois caso contraia uma doença contagiosa, poderá infectar indivíduos que fazem parte de grupos de risco, como gestantes, bebês e idosos. O resultado destas escolhas individuais puderam ser vistas em 2016, com surtos de febre amarela no Brasil, e sarampo nos Estados Unidos e Europa, doenças que estavam controladas e/ou erradicadas.
O movimento anti-vacina ainda não tomou grandes proporções no Brasil, e para evitar que isso aconteça, o Ministério da Saúde deveria focar não só nas campanhas de incentivo a vacinação que já faze parte de sua agenda, mas desenvolver também campanhas televisivas em parceria com o Ministério da Cultura, que ensinem a população sobre os reais efeitos das vacinas no organismo humano e os benefícios de cuidar da saúde individual e coletiva.
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