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Tema ENEM 2015

O começo do século XX desencadeou a promulgação dos Direitos Humanos pela ONU após a Segunda Guerra Mundia. Nesse sentido, um dos principais artigos desse documento é: o direito á vida. Entretanto, na atual conjuntura brasileira, essa garantia não tem sido obedecida, uma vez que a persistência da violência contra a mulher é um problema.
Em uma primeira análise, observa-se a ocorrência de crimes contra esse grupo social. Esse fato se comprova, visto que os principais meios de comunicação divulgam a existência de casos de estupros, agressões, tentativas de homicídios e outros delitos no cotidiano dessas pessoas, como também uma pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública que afirma que mais de 5 mulheres são violentadas por hora no país. Por conseguinte, o bem-estar do público feminino está ameaçado, já que a possibilidade desse grupo sofrer alguma brutalidade nas ruas é grande, além da comprovação da teoria do sociólogo Pierre Bourdieu, a qual afirma que qualquer violação dos Direitos Humanos é uma opressão simbólica.
Vale ressaltar que a violência contra a mulher na contemporaneidade é fruto das características da família patriarcal da antiga sociedade. Prova disso é a desvalorização da mulher naquela época que permanece na atualidade, visto que o público feminino possui direitos inferiores aos homens, tais como renda salarial menor, falta de privilégios trabalhistas e a dupla jornada de trabalho no profissional e em casa. Consequentemente, a desigualdade de gênero é fomentada na comunidade, o que revela um tipo de violência contra essa parcela populacional.
Dessa forma, fica evidente a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira. De acordo com o filósofo Nietchesz, ''a moralidade é a melhor de todas as regras para educar a humanidade''. Logo, para a reversão desse cenário, o Governo deve aprimorar o sistema de punições para os crimes de violência contra a mulher, por meio de projetos de leis e distribuição de multas, além de adicionar o tema ''violência contra a mulher'' às leis educacionais como tema transversal a ser debatido e abordado nas salas de aula. Tais medidas seriam efetivas com a participação da família, a partir do diálogo, a fim de educar os filhos a respeitarem o público feminino e combater os desvios éticos relacionados a esse contratempo. A mídia, por sua vez, precisa divulgar a desigualdade de gênero na sociedade, retratando a inferiorização da figura da mulher no cotidiano, por meio de filmes no cinema, jornais, revistas, reportagens televisivas e campanhas midiáticas.
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