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Tema ENEM 2003

Por conta da postura acrítica de muitos a luta contra violência na sociedade brasileira revela uma realidade de poucos avanços e muita estagnação. Por isso não restam dúvidas de que o seu combate requer firmeza de propósito e necessário engajamento coletivo. Afinal, violência nunca foi sinônimo de solução, mas, vem tornando-se um ciclo vicioso por ser vista como único caminho.


De início cabe destacar a notória fragilidade do entendimento de que a violência não é fruto de atitudes da própria sociedade. No bojo dessa perspectiva inconsistente nota-se, que o entrave desse dilema é a proliferação de atitudes apáticas e preconceituosa onde não há igualdade, respeito e empatia. De modo, que a violência vem sendo constante e banalizada. Lutar contra essa realidade não é uma opção, mas uma necessidade.


Além disso, deve-se atentar à gravidade de enorme paradoxo acerca da violência: embora reconheçam a sua relevância os setores sociais e políticos não se comprometem com a sua superação.  Por conta disso, a violência vem sendo relativa, podendo para alguns e para outros não, tornando-se justiceiros autônomos. Torna-se imperativo fomentar postura mais concisas e proativas que visem uma sociedade que tenha a justiça baseada na lei como princípio.


De fato, apenas pela atuação coesa e engajada pode-se instituir ações acerca da diminuição da violência. Para tanto através da escola trazer valores baseados na empatia, em paralelo a família em mostrar dentro do convívio familiar o maior exemplo de respeito as diferenças. Em paralelo às políticas públicas que tragam para a sociedade maior oportunidade com intuito de diminuir a desigualdade, mudando perspectiva de muitos que possam enxergar a violência como forma de crescimento. Assim, baseado em Thomas Morus, “o processo de mudança de uma realidade, além da ação estatal, exige iniciativa cidadã”.

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