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Tema ENEM 2000


A Convenção sobre os Direitos da Criança, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1989, é um acordo legal internacional que reconhece direitos específicos para as crianças e os adolescentes. No Brasil, ainda há o Estatuto da Criança e do Adolescente, que reforça a ideia de que crianças devem ser protegidas e terem seus direitos muito bem resguardados. Porém, tanto o poder público, quanto a sociedade ainda se mostram deficientes em assegurar tais direitos, principalmente com a educação.


Assim, crianças e adolescentes se encontram sem acesso à cultura, educação, saúde, e, às vezes, até moradia, vivendo portanto marginalizadas. Desse modo, a realidade se faz crua: de acordo com um levantamento feito pela organização Todos Pela Educação, em 2015, no Brasil, 2,5 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 4 e 17 anos, estavam fora da escola. Portanto, indubitavelmente, é, em parte, responsabilidade do poder público a marginalização de crianças e adolescentes, no sentido de não atender e abarcar esse número em uma educação contínua e de qualidade.


Destarte, o contexto se faz pior com a difícil introdução de crianças e adolescentes em situações vulneráveis numa sociedade cada vez mais preconceituosa e cega para os efeitos que a valorização da educação nacional faria às crianças e ao país. Existem movimentos e instituições que prezam por uma educação contínua e inovadora, tal como o Instituto Ayrton Senna, porém ainda não são suficientes, e para haver resultados, a educação deve ser amplamente difundida. Nesse sentido, a máxima popular de Pitágoras diz que deve-se educar as crianças, para que não seja necessário punir os adultos.


Por conseguinte, apesar das atuais conjunturas, os direitos da criança e do adolescente podem ser resguardados e executados. Uma aliança do estado com a sociedade se faria por meio de fomento às organizações e instituições privadas de incentivo e disseminação da educação, principalmente nas regiões mais pobres, para que as pessoas percebam o poder de transformação da realidade que ela possui. Enquanto isso, o poder público, cobrado pela população agora mais atenta, ampliaria a concentração de escolas nas regiões menos atendidas, como comunidades no interior da amazônia. Desta maneira, avançaremos no combate ao impasse exposto, cumprindo algo tão básico, proposto na convenção internacional da ONU de 1989, a qual o Brasil subscreveu e ratificou em 1990.


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