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Telenovelas brasileiras como influência social

                                              Telenovelas brasileiras como influência social.

   Durante o ano 1950 surgiu o grande fenômeno, a televisão brasileira com inauguração da Tv Tupi em são Paulo. Em síntese, apareceu a  telenovela adquirindo uma função social de formar e informar às pessoas sobre os mais diversos assuntos que permeiam a realidade. Ao contrário do que se pensa, as novelas apresenta-se um alto traço  de influência nos telespectadores voltado para o consumismo exacerbado. Dessa forma,  cabe mencionar, os pontos positivos e negativos presente nesse cenário, propondo medidas de solução para sanar o dilema presente.
   Primeiramente, com o advento da globalização as inovações tecnológicas ganhou visibilidade no mercado de trabalho, aumentando significamente o número de acesso aos meios de comunicação. Atualmente, é possível assistir uma novela apenas em uma tela de celular, como também vê capitulos que já foi passado, com objetivo de facilitar e ampliar à audiência  dos canais. Majoritariamente, nota-se a preferência das novelas em retratar o cotidiano da classe média alta, uma vez que é comum, por exemplo, a imagem de adolescentes equipados com tecnologias em celulares ou videogames, como ocorre nas tramas infanto-juvenis do SBT.
   Diante disso, as mídias influenciam ao que Karl Marx classifica como fetichismo, no qual as mercadorias adquirem "vida própria" ao ditarem padrões sociais. Assim, os indivíduos são induzidos a consumir para obter "status" social. Desse modo, considerando que, muitas vezes, a arte esteve historicamente ligada ao raciocínio crítico, tal como no Humanismo, que buscou valorizar a ciência e o homem, as telenovelas atuais contribuem para a massificação da indústria cultural do que com a reflexão de temas como a educação e a saúde.
  Convém, portanto, que a mídia represente, em suas novelas, realidades de diferentes padrões de consumo, que englobem um estilo de vida menos consumista, não mais priorizando o fetichismo pela mercadoria, mas antes enredos que resgatem a crítica social, a fim de evidenciar temas importantes, como a educação. Ademais, o Ministério da Educação e Cultura deve distribuir nas escolas livros de sociologia que abordem a massificação da cultura promovida por novelas, de modo a diminuir a alienação.
   


 

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