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Telenovelas brasileiras como influência social

Bem ou mal. Vilão ou mocinho. Certo ou errado. É através deste maniqueísmo que a telenovela brasileira insere em seu conteúdo midiático a imposição de temas sociais com uma abordagem que lhe favoreça. Sendo assim, há uma alienação comportamental por parte da sociedade, haja vista que, esta, adere um posicionamento de não questionamento acerca dos assuntos abordados e, que gera por consequência, a adoção pela busca de um estilo de vida incondizente ao plano social.


Desta forma, como define os pensadores Max Horkheimer e Theodor Adorno, as telenovelas têm se tornado mercadorias da denominada indústria cultural, pois, o indivíduo ao passar por uma rotina exaustiva, prefere assistir à estes programas televisivos, os quais oferecem conteúdos "prontos, ao invés de procurar programas que induzam o seu intelecto ao funcionamento; sendo assim, há a formação de consumidores passivos na sociedade brasileira.


Ademais, estas telenovelas possuem também caráter capitalista, de modo que impõe à grande massa brasileira uma cultura de consumo, tendo em vista um mundo utópico incondizente aos populares que as assistem. Logo, estas pessoas convertem-se em indivíduos inconscientes de suas condições sociais e passam a gerar lucros ao capitalismo, tornando-se massa de manobra de tal sistema.


Então, a partir dos dados expostos, torna-se evidente que deve haver a promoção através do Ministério da Cultura, de propagandas que abordem a passividade cultural advinda das novelas com o objetivo de evitar a alienação de indivíduos. E também, por sua vez, estas telenovelas devem mudar panoramicamente as representações sociais retradas para conteúdos que se encaixem no padrão do público alvo, afim de desconstruir a ideia mistificada de um mundo utópico.

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