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Tabagismo nos dias atuais

    Cerca de 3,5 milhões de pessoas morrem em decorrência do fumo por ano, segundo a Revista Abril. Esses números alarmantes ajudam a evidenciar como o tabagismo nos dias atuais se tornou uma grave problemática. Dentre os inúmeros fatores que podem explicar a manutenção de um cenário tão grave, pode-se elencar a culpa da mídia, que por muito tempo glamurizou a prática do fumo, junto a isso, há ainda a falta de educação focada no jovem, público mais vulnerável. 


    A priori, é vital entender como a publicdade colaborou para o cenário atual. Durante praticamente todo o século XX, o rádio, jornais e televisão divulgavam o cigarro como algo incrível que deixaria qualquer pessoa feliz. Isso acabou contribuindo para que muitas pessoas consumisse o produto em uma tentativa de "se entumar", dessa maneira, realçando a força do quarto poder. Hodiernamente, não se vê mais publicidade de tais produtos (já que é proibido mediante lei federal), no entanto, não é falado sobre como é prejudical o tabagismo. Assim, a problemática se perpetúa.


    Ademais, precisa-se voltar os olhos para as escolas e buscar abrir diálogos sobre esse tema entre  os jovens. Para o dramartúgo B. Brecht, em sua tese sobre o "analfabetismo político", a população muitas vezes é analfabeta ao não compreender os assutos importantes da sua sociedade. Não obstante, é isso que acontece com o jovem que não aprende efetivamente sobre do que se trata o tabagismo e os malefícios de tal prática. É notório que esse conhecimento esteja presente na educação básica já que essas mentes em formação podem ser facilmente manipulada pela indústria do fumo.


    Destarte, urge que medidas sejam tomadas para apaziguar a situação do tabagismo na atualidade. Primeiramente, o Ministério da Saúde pode passar a veicular dados sobre o perigo de ser fumante nas televisões e mídias sociais por meio de pequenos vídeos e imagens. Assim, a mídia pode contribuir para esclarecer tal questão. Além disso, o Ministério da Educação deve criar, junto a equipe de educadores, metodologias ativas a fim de educar os estudantes sobre essa problemática. Isso pode ser feito por meio de cartilhas, filmes, revistas e debates. Dessa forma, os números alarmantes da Revista Abril podem sofrer gradativas quedas.

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