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Surto de Febre Amarela no Brasil

O regresso do surto da febre amarela ao território brasileiro é um dos muitos símbolos representantes da balbúrdia em que a nossa política, administração e economia se encontram. A falta de controle das fronteiras, a baixa qualidade de vida em diversas áreas do país e os rombos em contas públicas contribuem para que doenças severas, como a febre amarela, adentrem,se proliferem e alastrem o Brasil. Logo, será que ainda nos resta maneiras de nos precavermos de tais maus?
Sabiamente, Nelson Mandela afirmava " a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". E é exatamente por isso que no Brasil, não há mudanças positivas, uma vez que a educação de qualidade é inexistente. As mesmas adversidades que permitiram a entrada da febre amarela no Brasil em tempos remotos, continuam a proporcionar o acesso da doença no nosso território ainda hoje. Um exemplo disto é a falta de qualidade de vida, de saneamento básico, e do acesso a educação e a saúde, que foram os principais contribuintes para a proliferação da febre amarela no passado, ainda atingem grande parte da população brasileira. Outro exemplo é que desde 1685, quando foi registrado o primeiro caso da praga em solo nordestino, há corrupção na administração do país, o que contribuiu para a demora da erradicação da febre. Não mais é permissível que, por causa de políticas mal elaboradas, a nossa sociedade tenha que lidar com este tipo de doença severa.
Pelo fato do Brasil ter sido uma colônia de exploração, fomos formados pelos mais diversos tipos de povos. Por isso as fiscalizações nas fronteiras não são muito rígidas por aqui. Temos uma política inclusiva para receber refugiados e turistas de todas as partes do mundo. Más, com o avanço dos meios de transportes, é cada vez mais fácil para as pessoas se locomoverem, assim podendo facilmente trazer doenças ao Brasil. É preciso um treinamento de capacitação para aqueles responsáveis pelas fronteiras, para detectar com facilidade pessoas transportadoras de doenças, afim de evitar novos surtos em território brasileiro. Esta não seria uma medida racista ou xenofobica, uma vez que historicamente comprovado, uma grande parte das grandes doenças que estiveram no país vieram de fora.
Para dar inicio ao processo de reversão a esta situação, pequenas medidas podem ser feitas, tais quais campanhas conscientizadoras nos meios de comunicação em massa para que a população saiba o que fazer em caso de surtos de doenças como a febre amarela. Outra solução viável seria uma petição solicitando ao governo para que a fiscalização na imigração brasileira aumente, afim de conter pessoas ou objetos contaminados por vírus e bactérias provenientes de outros países
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