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Suicídio entre jovens

Mudanças hormonais. Estudos. Sexualidade. Família. Não é difícil observar as constantes pressões e mudanças que ocorrem na vida de um jovem. Imerso em uma fase conturbada, o jovem tem ainda a necessidade de se autoafirmar perante a sociedade, o que muitas vezes associada a problemas diversos e a uma saúde mental fragilizada, resulta em suicídio. Cada vez mais presente entre os jovens da sociedade contemporânea, o suicídio precisa ser discutido, e soluções precisam ser tomadas.
É válido ressaltar que inúmeros são os problemas que levam o jovem ao suicídio. A falta de atenção e compreensão da família e a frustração com a realidade são umas das principais causas que afetam a saúde mental do jovem, podendo levá-lo a depressão. Não encontrar apoio em casa para resolver os problemas, tratar a depressão como tabu ou até mesmo não aceitar a realidade em que vive, por ter projetado uma outra vida, levam o adolescente buscar em jogos, como o da Baleia Azul, o suicídio. Dessa forma, evidencia-se o suicídio como uma grande válvula de escape.
É necessário perceber ainda, as consequências de tal problemática. Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que o suicídio entre os jovens cresce a cada ano. Como que em uma epidemia, o suicídio chama atenção por ser uma das maiores causas de morte entre jovens no mundo atual. Desse modo, percebe-se a questão de saúde pública que o problema se torna, não sendo mais um problema exclusivo do indivíduo, mas sim de toda a população e do Estado.
Fica evidente, portanto, o quão presente é o suicídio de jovens na nossa sociedade, assim como suas principais causas e consequências. Para se combater tal problemática e reverter essa triste epidemia, medidas precisam ser tomadas. Cabe às famílias e às escolas agirem conjuntamente, alertando os jovens sobre a depressão e jogos que levam ao suicídio, por meio de palestras, debates e simples diálogos que quebrem o tabu que o suicídio se tornou. Cabe também ao governo dar ênfase à saúde mental, propiciando um programa que aumente a quantidade de psicólogos e médicos psiquiatras na rede pública de saúde, com atenção à saúde mental e psicológica dos jovens. Por fim, cabe à mídia ajudar na divulgação do já existente Setembro Amarelo, que combate o suicídio, por meio de propagandas, além de abordar a relevância do tema em telenovelas, mostrando que o assunto não é tabu e tem tratamento.


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