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Suicídio entre jovens

Como ocorrido com Romeu e Julieta no grandioso final da obra Shakesperiana, também no mundo real, pessoas tiram as próprias vidas para livrarem-se do sofrimento que sentem. Tal ato ocorre quando as condições nas quais a pessoa está vivendo não são suportáveis ou não condizem com suas expectativas. Todavia, independentemente das causas o suicídio deve ser prevenido e seus motivadores tratados.
Durkheim, sociólogo que se dedicou a estudar as causas e os tipos de suicídio, classificou-os em autruístas, anômicos e egoístas. Os dois últimos aplicam-se aos casos ocorridos com jovens brasileiros: o segundo trata-se daqueles motivacionados pelo caos da sociedade, hoje se aplicaria, por exemplo, em recém-formados que não conseguem emprego; já o terceiro, aplica-se a causas individuais e sofrimentos causados por motivos diversos. Em ambas as situações, cabe aos indivíduos em torno do jovem perceber seu mal-estar e oferecer-lhe ajuda.
Causar a própria morte também é sinal de confusão sobre o real valor da vida, em muitas situações, a pessoa que planeja o suicídio convence-se de que o mundo viveria melhor sem sua presença. Falta de afeto, solidão, recusar-se à ajuda, podem ser agravadores, porém, é indispensável que os jovens saibam, de alguma maneira, a importância que têm para a família e amigos.
Portanto, a segunda maior causa de morte juvenil, não tendo como ser tratada, deve ser prevenida e evitada. Cabe ao governo incentivar programas contra o bullying e à sociedade fica o papel de se concientizar e prestar mais atenção nas pessoas que rodeiam.
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