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Suicídio entre jovens

Augusto Cury, escritor brasileiro, quando entrevistado, teorizou que, atualmente, a vil ausência de objetivos aos jovens impera, de modo a reprimir seus sonhos. Nesse contexto, apoiado no cenário do pensador, um importante e recorrente assunto entrou em discussão no país: o enfrentamento do suícidio entre os jovens. Assim, em razão de ter-se uma sociedade cansada e da constante cobrança dos jovens, observa-se essa questão como danosa ao corpo social.
  Convém, em primeira análise, relacionar a teoria de Byung Chul-Han com o abrupto crescimento de suícidio no Brasil - junto ao modo que o problema se desenvolve. Para o filósofo sul-coreano, a atual sociedade é pautada na busca pela produtividade e por resultados que demonstrem eficácia - de modo a resultar em uma constante fadiga. Entretanto, a classe juvenil, quando exposta a esse processo, acaba por se desgastar em excesso - de modo a desenvolverem doenças, como depressão e ansiedade, que levam ao suicídio, como defende o site BBC. Por conseguinte, mostra-se fundamental a alteração dessa realidade para o enfrentamento dos casos no Brasil.
  Ademais, cabe ressaltar a constante pressão submetida aos adolescentes, aliada à inoperância familiar e escolar, como fomentadora dessa mazela. Diante disso, o gato de Schrödinger é um paradoxo criado pelo fisíco Schrödinger em que o animal assume duas realidades distintas em um mesmo plano metafísico. Ainda que seja apenas uma teoria mental, a mesma pode relacionar-se com os jovens brasileiros, uma vez que o despreparo emocional familiar, como o descaso quanto ao apoio para a preservação da saúde mental, junto às cobranças realizadas pela sociedade supradita, demonstram-se como polos distintos e vivenciado pelos jovens. Destarte, observa-se necessária a intervenção nas principais causas do problema.
  Ficam latentes, portanto, as causas necessárias de intervenção. Logo, urge que o Ministério da Educação, por meio de simpósios, debates e rodas de conversas feitas nas escolas, por ora virtualmente, e com a atuação familiar, a partir do diálogo sobre a importância da saúde mental estável, estreite os laços familiares e sociais - visando oferecer ajuda psicológica aos jovens. Essa ação irá aproximar o contato familiar, atenuar a pressão sofrida, contrariar a realidade de Cury e cessar o paradoxo atual.

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