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Suicídio entre jovens

Na mitologia nórdica, tirar a própria vida era interpretado como uma oferenda aos Deuses, a fim de vencer uma guerra em troca, conquistar terras e, principalmente, salvação da alma, onde Odin (Deus, pai de todos) o levaria para o jardim e lhe daria paz eterna. Neste sentido, atualmente os jovens que cometem suicídio procuram acabar com seu sofrimento e ter redenção como os nórdicos. Desse modo, percebe-se que os gatilhos para tal tragédia podem ser tanto psicológicos quanto físicos.


Primeiramente, não existe uma razão única para justificar, é um conjunto de problemas, como a depressão, principal causa de fatalidade que é tratada como algo banal e não como uma doença, ou até mesmo a ansiedade, onde a sociedade define como ‘’frescura’’ da adolescência, por não terem preocupações, um estereótipo criado em volta da idade. Segundo o psicólogo Augusto Cury, quando uma pessoa pensa em suicídio, ela quer matar a dor, mas nunca a vida, ou seja, quer se livrar do julgamento, do peso que é imposto para ser alguém ‘’normal’’ perante os olhos da humanidade.


Por conseguinte, violência e drogas também são causas que levam a juventude ao autocídio. Na série norte americana ‘’Os 13 porquês’’, relata exatamente uma adolescente que sofre abusos sexuais, bullying nas escolas e redes sociais e é excluída pela família, onde ninguém acredita nos problemas dela e a ignoram, e sua única solução é cometer suicídio para tirar tal dor e ser escutada de alguma forma, como se fosse sua culpa. Com isso, nota-se a negligência de todos ao redor, levando não só uma garota, mais milhares no mundo a sua única ‘’saída’’.


Portanto, é mister do Ministério da Educação (MEC) em parceria com as escolas promover palestras sobre o assunto, contratar psicólogos para orientar e ajudar os adolescentes no dia-a-dia, juntamente com a família, para tratarem e sempre procurarem um profissional quando sentirem algo incomum, e as mídias divulgarem e conscientizarem a população por meio de propagandas, que os problemas não são frescuras, mas sim doenças que precisam ser levadas a sério e tratadas, para que as crenças nórdicas não se tornem uma realidade novamente.

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