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Suicídio entre jovens

   A Constituição Federal de 1988, prevê em seu artigo 6, o direito a saúde como eixo inerente a todo cidadão brasileiro. Portanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o suicídio entre jovens, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante disso, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro. 


   Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o problema. Nesse sentido, a saúde mental é um dos principais fatores que levam o indivíduo a cometer tentativas de morte. Isto é, normalmente não existe uma razão única que faz alguém decidir se matar e o suicídio juvenil, por sua vez, é ainda menos estudado e compreendido. Assim, segundo Thomas Hobbes, "o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população", entretanto, isso não ocorre no Brasil. 


   Ademais, é fundamental pontuar a falta de psicólogos disponíveis às comunidades como promotor do problema no país. Diante do exposto, é perceptível de que o baixo número de especialistas da área reflete no agravo da situação. Conforme a Organização Mundial da Saúde, tirar a própria vida ja é a segunda causa de morte para pessoas de 15 a 29 anos de idade. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.


   Em suma, com o intuito de mitigar o impasse, é imprescindível que o Ministério da Educação disponibilize no âmbito escolar público e privado, profissionais da área de psicologia capacitados para que possam auxiliar essas pessoas necessitadas de ajuda, com o propósito de frear esses acontecimentos em todo o acervo popular. Nesse ínterim, se consilidará uma civilização mais ponderada, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma Thomas Hobbes.


 


 

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