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Suicídio entre jovens

   A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito a saúde para todo cidadão brasileiro. Porém, este direito não vem sendo totalmente cumprido quando observamos as grandes taxas de suicídio no Brasil. Sendo assim, convém analisar as principais causas e as principais consequências referentes ao assunto no contexto atual.


   Primeiramente, é válido ressaltar a falta de medidas governamentais que ajudem pessoas que estejam passando por momentos difíceis. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o 8° país com maior taxa de suicídios do mundo. Isto ocorre devido a grande negligência por parte dos Órgãos responsáveis, que não oferecem suporte para as pessoas que enfrentam problemas que podem levar ao suicídio, como a depressão e a ansiedade, por exemplo.


   Ademais, é fundamental apontar a minimização destes problemas por parte da população em geral, como impulsionadora do aumento das taxas de suicídio entre jovens no Brasil. Durante a adolescência, a maioria destes jovens passam por novas experiências, que podem acarretar em diversos tipos de traumas e problemas. Dificuldades em lidar com a sexualidade e gênero, uso de drogas e até mesmo comparações irreais com influenciadores digitais, são exemplos de fatores que podem levar um adolescente a desenvolver traços suicidas, e que, sem o apoio da família e amigos, acabam apresentando o desejo de tirar a própria vida.


   Desta maneira, percebe-se que, a negligência por parte dos Órgãos Governamentais, bem como a minimização e o preconceito relacionado ao problema, colabora para o agravamento do suicídio no Brasil. Torna-se evidente, portanto, que, cabe ao Estado, juntamente com o Ministério da Saúde, incentivar a conscientização da população, através de campanhas, como, por exemplo, a campanha "Setembro Amarelo", fazendo com que as pessoas possam entender a real gravidade da situação. Cabe também ao Estado, investir em programas que ajudem jovens e adultos que estejam passando por situações difíceis, por meio de acompanhamentos médicos gratuitos e de fácil acesso, assim, permeando a efetivação dos direitos elencados no artigo 6º da Magna Carta.

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