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Suicídio entre jovens

    Entre vários esforços das autoridades competentes para lidar com a depressão entre jovens, foi criado o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio. No entanto, mesmo com esse importante passo, ainda há muito o que se fazer, tendo em vista os altos índices de suicídio entre os jovens do Brasil. Neste sentido, embora com grandes esforços dessa campanha, para que esse número diminua, medidas urgentes devem ser tomadas para combater essa doença.


     Primeiramente, convém analisar que o aumento dos casos de suicídio entre jovens brasileiros, dá-se pela indevida atenção prestada a esse problema. O Brasil, país vítima do colonialismo e neocolonialismo, foi explorado por uma metrópole européia, cujos resultados a longo prazo colhemos hoje, principalmente o alto índice de desigualdade social. Neste sentido, a sobrecarga mental dos jovens diante do cenário de terem que estudar e trabalhar ao mesmo tempo, acaba gerando um estresse diário e maiores chances de terem depressão. Além disso, os pais não são preparados para lidar com um provável caso de depressão de seus filhos e podem encarar o suicídio de maneira errada, achando que é frescura, ou simplesmente uma emoção passageira. Suicídio não é tristeza.


     Vale lembrar, que o autocídio cresce no Brasil enquanto que nos países desenvolvidos ele diminui, fazendo com que a problemática fique ainda pior. De acordo com a OMS, 800 mil pessoas cometem suicídio todos os anos, e para cada caso fatal há pelo menos outras 20 tentativas fracassadas. Dessa forma, o Brasil está na contramão dos países desenvolvidos pois nele essa taxa cresce, Precisando assim, reduzir os crescentes índices desse tipo de ocorrência entre os jovens brasileiros. Portanto é notório que o Brasil precisa se espelhar nessas potências para reduzir e acabar com esse problema pois ele é o final de um ato contínuo de comportamento, temos de intervir durante esse processo.


     Conclui-se que, é preciso que não só o governo tome as medidas necessárias, mas também que a mídia se junte a essa causa. É de suma importância que o Governo Federal e o Ministério das Relações Exteriores através de eventos na ONU e ferramentas dimplomáticas, perguntarem o que os países desenvolvidos estão fazendo para diminuirem as mortes entre jovens de seus países, e desse modelo o Brasil se espelhar e aplicar no país. Diante disto, a mídia precisa entrevistar os familiares das vítimas de suicídio juvenil, fazendo o mesmo com os que já passaram por esse problema e conseguiram superá-lo procurando os meios eficientes, como diálogo e ajuda terapêutica. Espera-se, enfim, com essas medidas prevenir novos casos de suicídio entre crianças e adolescentes e estimular a sociedade a diferenciar suicídio de tristeza.

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