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Situação dos idosos no Brasil e no mundo

   Uma das obras de maior valor no mercado mundial de Edvard Munch, O grito, retrata a angústia do personagem central e a ignorância das pessoas ao seu redor. Fora das pinturas clássicas, o idoso sofre de maneira similar à obra citada, visto que grande parte deles não tem amparo social na contemporaneidade, corroborando a estratificação dos velhinhos na sociedade. Nesse contexto, deve-se analisar como o preconceito e os altos custos dos idosos para o Governo dificulta a interação dos idosos com a sociedade atual.


   Em primeira análise, é crucial pontuar que, em decorrência da crescente onda individualista, os senhores são cada vez mais expostos à falta de respeito praticado pelos mais jovens. Nesse panorama, a sociedade vive tempos líquidos, afirma o sociólogo Zygmunt Bauman, na qual as relações sociais se dão em troca de valores. Sendo assim, a partir do momento em que um indivíduo não tem nada a oferecer, ele passa a ser visto como obstáculo para o desenvolvimento social, o que agrava em práticas de preconceito com os mais velhos. Prova disso, dado da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que um a cada seis idosos é vítima de algum tipo de violência no mundo. Consequentemente, os vovôs ficam vulneráveis a doenças psicológicas, já que a sociedade estratificam-os dos meios sociais.


   Outrossim, e não menos importante, alia-se a grande parcela de idosos inativos no ramo laboral, oque aumenta os gastos do Governo Federal. Nesse viés, o Estado é exposto a graves consequências na economia, tendo em vista que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e estatísticas,  a população tem tendência a envelhecer, dificultando o crescimento econômico, isso porque o Brasil não possui políticas administrativas para diminuir seus gastos com idosos. Em decorrência, caso o Brasil não adote políticas para diminuir os gastos com pessoas inativas, o Estado enfrentará sérios problemas econômicos, pois terá altos gastos com idosos.


   Torna-se evidente, portanto, que medidas deverão ser tomadas visando mitigar o problema em questão. Logo, o Ministério da Cidadania, em parceria com o Ministério da Justiça, deve criar projetos visando facilitar a denuncia contra a violência de idosos, criando delegacias especializadas no ramo em centros urbanos, objetivando minimizar os atos criminosos e punir os infratores. Ademais, urge que o Estado crie incentivos fiscais, como isenção de impostos, para empresas que adotarem políticas para contratar idosos, assim diminuindo seus gastos. Somente assim, o problema será minimizado e o Governo alcançará um de seus fitos relacionado à Constituição, levando igualdade a todos.

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