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Sedentarismo no Brasil

     Grandes invenções da humanidade foram pensadas para facilitar processos. Como exemplo, a roda criada para ajudar no transporte, ou o elevador que diminui o esforço para subir andares, e até mesmo o controle remoto, o qual tirou a necessidade de levantar do sofá ao trocar de canal. Porém, o progresso que o ser humano alcançou o tornou acomodado e sedentário, já que as tarefas cotidianas não demandam grandes esforços. Consequentemente, o sedentarismo trouxe inúmeras doenças que prejudicam a qualidade de vida e a longevidade da população.


    Em primeira análise, é válido ressaltar a situação do Brasil e a consequência disso. Sendo assim, o país encontra-se na 5ª posição de país mais sedentário do mundo e o 1º da América Latina, segundo a OMS. Por conseguinte, o SUS persiste lotado de pacientes como hipertensos, cardíacos, diabéticos, com problemas ósseos e tantas outras doenças causadas pela falta de exercício físico. Ademais, durante a pandemia de coronavirus, esse problema ficou evidente porque os indivíduos com enfermidades como as supracitadas pertencem ao grupo de risco, o que fez, e ainda fará, muitas vítimas para a Covid-19.


    Na série “Grey´s anatomy” há um episódio o qual retrata um homem extremamente obeso. Nele, é relatado que o motivo de sua comorbidade foi a falta de exercício físico e a má alimentação. Ainda, é abordado as inúmeras doenças e consequências de seu estilo de vida. Nesse sentido, é evidente que o sedentarismo diminui drasticamente a qualidade de vida, visto que o personagem não conseguia nem levantar-se da cama. Além disso, a falta de atividade física desregula a fisiologia do organismo, o qual pode sofrer com distúrbios hormonais, problemas neurológicos, circulatórios, pulmonares, entre outros. Por outro lado, ao exercitar-se, o indivíduo melhora sua memória, concentração, respiração, previne doenças psicológicas como a depressão, sem contar a prevenção da obesidade e tantas outras doenças comuns já citadas.


     Em suma, conclui-se que a inatividade física é extremamente prejudicial a população. Logo, cabe aos Governos Estaduais e Municipais, em conjunto com suas respectivas Secretarias de Saúde, construir academias ao ar livre, quadras poliesportivas e ciclovias com um sistema de aluguel de bicicletas. Tendo em vista isso, cabe ao Governo Federal, por meio do Ministério da Economia, viabilizar monetariamente os empreendimentos supracitados pela reformulação da arrecadação de impostos sobre alimentos prejudiciais à saúde, tais como ultraprocessados. Para mais, o MEC deve aumentar a carga horária escolar na parte de educação física e biologia, com o intuito de ensinar sobre o corpo humano e as consequências do sedentarismo e ainda aumentar a frequência de atividade física de crianças e adolescentes. Enfim, fazendo com que o progresso humano não ande na contramão da saúde humana.

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