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Sedentarismo no Brasil

 A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6° o direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o sedentarismo no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a analise dos fatores que favorecem esse quadro.


 Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o sedentarismo no país. Nesse sentido, vale ressaltar, que, cerca 40% da população brasileira e considerada sedentária, segundo dados do IBGE 2019, e dentro desta porcentagem, foram classificados como insuficientemente ativos, ou seja, não praticam atividades físicas ou praticam por menos 150 minutos durante toda a semana, evidenciando ainda mais a problemática.


 Ademais, é fundamental apontar a alimentação dos brasileiros, sendo que, segundo a Pesquisa Nacional da Saúde, que considera recomendado a ingestão de hortaliças e frutas pelo menos 25 vezes por semana, em 2019 no Brasil somente 13 % das pessoas tiveram o consumo recomendado o que, corrobora muito para níveis alarmantes de sedentarismo. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.


 Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que, o governo federal junto a mídia e o ministério da saúde, passem informações sobre os malefícios acerca má alimentação, e, a importância de atividades físicas para manter se manter saudável, no intuito de educar os brasileiros para entenderem de forma clara os riscos do sedentarismo.       

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