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Saúde mental no século XXI

  No filme Coringa, Arthur Fleck é um homem que sofre de transtornos mentais, e esses vão agravando-se cada vez mais ao longo do filme, por conta do descaso por parte do Estado, além dos maus tratos sofridos diariamente na sociedade onde vive. Embora seja ficção, está muito próximo da realidade, que pelos mesmos fatores, podem desenvolver ou agravar o estado psicológico de muitos indivíduos. Nesse sentido, deve-se avaliar tais aspectos, a fim de mitigar essa problemática.


  Em primeiro lugar, cumpre ressaltar o desserviço público prestado aos portadores desses problemas.  Falta de auxílios com especialistas; má distribuição de remédios são apenas exemplos do cenário, no qual encontram-se milhares de pessoas doentes emocionalmente. Além disso, dentre essa parcela está a de adolescentes que, segundo diversos portais de notícias relacionados com a saúde, são os mais acometidos por distúrbios, desde ansiedade, até da depressão. Nessa linha de raciocínio, a negligência do poder público é um dos agravantes do impasse, o que torna necessária uma intervenção nessa questão.


  Outrossim, é imprescindível salientar a cultura de exclusão presente no corpo social. Essa, está interligada a diversos fatores, e dentre esses, o mais atual é a internet, a qual proporciona "aproximação" entre as pessoas. Conquanto, ela apenas deixa os indivíduos mais perto da tela e da foto de alguém. Consequentemente, o fato de o sujeito não poder realizar uma interação, por conta do medo de ser rejeitado novamente, agora no meio virtual, corrobora para a permanência do entrave.


  Infere-se, portanto, que transtornos mentais são agravados pelo Estado e pela própria sociedade, como foi relatado em Coringa. Logo, a fim de solucionar o problema, urge que o governo, por meio de verbas governamentais, crie um programa de preparação de professores para assistência psicológica, de forma que esses possam ficar aptos a realizar conversas com os alunos e ajudá-los emocionalmente, haja vista que é a parcela mais atingida atualmente. Ademais, o Centro de Valorização da Vida (CVV) deve ampliar seus meios de comunicação, ao invés de chamadas por áudio, implantar chamadas por vídeo. Com isso, a problemática será mitigada, e o que foi visto no filme será somente ficção.

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