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Saúde mental no século XXI

No livro, uma história meio que engraçada, o americano Graig, que ao lidar com maior estresse ao trocar de escola, desenvolve transtornos psicológicos e ao cogitar suicídio, liga na central de apoio à vida, que o encaminha ao pronto socorro psiquiátrico. Fora da ficção, é fato que a realidade retratada na obra, pode ser associada ao alto índice de pessoas afetadas por doenças da saúde mental no século XXI.


Em primeiro lugar, é possível notar que, apesar dos números alarmantes de pessoas com transtornos mentais, o país ainda não possui estrutura para atende-las. Com isso, mesmo com a criação do setembro amarelo, mês de conscientização do suicídio, a informação propagada ainda é insuficiente. Ademais, há uma grande carência em relação a estrutura disponibilizada para o atendimento médico especializado, e esse quando ocorre, tem sua abrangência limitada. Dessa maneira, a sociedade busca se esquivar da situação, buscando se irreponsabilizar do seu papel social, porém, o questionamento de Marcelo d2 "o cidadão por outro lado se diz impotente, mas a impotência não é uma escolha também, de assumir a própria responsabilidade?".


Por conseguinte, presencia-se um forte fator de influência em relação ao descaso público e social sobre a recorrência de casos de doenças psicológicas. Ademais, a ineficiência do auxílio e atendimentos prestados contribuem para o agravamento de sintomas e viabilizam o aumento de risco do suicídio. Como, por exemplo, ocorreu com Sylvia Plath, que na década de 1960, tirou a própria vida em casa com seus filhos no quarto. No entanto, a época, não oferecia a oportunidade de oferecer a ela tratamento adequado, diferentemente dos dias atuais, apesar do estado de calamidade atual.


Portanto, é imprescindível que o Estado tome medidas para amenizar o atual cenário. Primeiramente, é preciso que o Ministério da saúde, por meio de verbas públicas, crie hospitais psiquiátricos com a atendimento emergencial 24 horas por dia. Além disso, deve aumentar a equipe médica psiquiátrica e psicológica em unidades básica de saúde e nos centros de atendimento psicossocial. Em segundo lugar, deve-se expandir a campanha de valorização a vida, com a produção de cartilhas conscientizando detalhadamente acerca das doenças e transtornos psicológicos existes. Somente assim, oferecendo rápido socorro como ocorreu com Graig, que haverá possiblidade de melhora do coletivo em meio ao caos do século XXI

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