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Saneamento básico no Brasil

Na época das Cruzadas e outras guerras que viriam, fezes e chuva levavam doenças aos acampamentos e matavam tanto quanto o confronto direto. Atualmente, no Brasil, não há guerras, mas puramente administração deficiente. A falta de saneamento básico de qualidade acarreta várias doenças para a população e uma dívida alta na área da saúde para o governo. Logo, a desinformação da população quanto aos problemas causados por isso e administração ineficiente devem ser combatidos.


Destarte, a falta de conhecimento de grande parte da população quanto à disseminação de doenças agrava o problema. Nisso, o desamparo informacional mais a falta de recursos - água potável próxima, escassez de dinheiro -, fazem com que famílias se acomodem em regiões precárias e próximas ao lugar de descarte de esgoto e tenham que se deslocar até locais muito distantes em busca de água não contaminada.      


Concomitantemente, a administração ineficiente dos governos configura outra razão do problema. Dado este fato, considerando a realidade brasileira, o serviço de saneamento deve ser passado para o mercado privado. Porém, não se deve vender as estatais a apenas uma empresa, pois os preços do serviço subiriam e apenas algumas regiões seriam atendidas. Do contrário, muito provavelmente, haverá aumento na qualidade do saneamento básico nacional.


Portanto, dado o exposto, medidas devem ser tomadas para resolver o problema. O Ministério da Saúde, juntamente com movimentos civis e ONGs, por meio de panfletos, informariam a população quanto ao risco de doenças, fazendo uso também de propagandas digitais. Paralelamente, o governo privatizaria o serviço de saneamento, concedendo-o a empresas regionais e responsáveis a fim de servir toda a população com qualidade. Assim, o país se distanciará da analogia infeliz com as guerras do passado.

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