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Saneamento básico no Brasil

No livro "A peste" de Albert Camus, foi retratado como a falta de saneamento básico, foi responsável pela epidemia que aniquilou a população da cidade de Oran na Argélia. Fora da ficção, quem realmente sofre com a precariedade no saneamento é o Brasil, isso ocorre, principalmente pela falta de investimento na área, que consequentemente afeta a saúde da população brasileira.


Em primeira análise, é evidente que a aplicação de capital faz-se necessário. De Acordo com, o Plano Nacional de Saneamento Básico, o investimento no setor deveria ser de aproximadamente 18 bilhões de reais anuais. Atualmente, o dinheiro destinado não chega aos 11 bilhões por ano. Ou seja, a diferença de 7 bilhões, afetará diretamente o plano de universalizar os serviços de água potável a todos, esgoto tratado, recolhimento de resíduos e drenagem eficaz. Dessa forma, ficará difícil de alcançar o objetivo de saneamento básico para todos até o ano prédefinido de 2033.


Por consequência, é notório que a saúde da população, sem os recursos adquado para a área, está em cheque. Segundo, a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, no país apenas 85 cidades cumprem os requisitos fundamentais. Por outro lado, quase 1800 municípios não possuem as exigências necessárias para um saneamento de qualidade, isso demonstra a fragilidade brasileira quando o assunto está em pauta.


Para a resolução da problemática medidas tornam-se indispensáveis. A fim de, aumentar o investimento no saneamento básico brasileiro, é dever do Congresso Nacional alocar o capital devido para alcançar o Plano Nacional de Saneamento Básico, isso será feito por meio de projetos leis. Seguindo isso, será possível chegar as sonhados 18 bilhões de bens destinado ao setor. Somente assim, poderemos acabar com a precariedade no Brasil, e o que acontenceu na cidade de Oran não irá se repetir na patria verde e amarela.


 


 

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