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Saneamento básico no Brasil

Desde a Antiguidade as plantas medicinais estão enraizadas em várias culturas ao redor do mundo, intensificadas hereditariamente por gerações. Da mesma forma, a atual sociedade brasileira enfrenta problemas relacionados a automedicação, potencializado pela falta de informação e precário sistema de saúde oferecido pelo poder público. Sob este aspecto, convém analisar as principais causas e seu possível impasse.


Primordialmente, a falta de conhecimento sobre os remédios e seus possíveis efeitos colaterais se apresenta como principal fator de tal problemática. Segundo o filósofo Jurgen Habermas, a ação comunicativa pode ser utilizada para uma atividade educativa de cunho disciplinar, já que ao acontecer, combate diretamente o desconhecimento e promove a aprendizado. Lê-se, portanto, como nociva à perspectiva de que uma sociedade marcada pela intelectualidade, aja com descaso a si mesma.


Além disso, é possível destacar o deficiente atendimento hospitalar prestado por instituições públicas como agravante da atual questão. De acordo com o Conselho Federal de Farmácias (CFF), 60% das pessoas que se automedicam, só fazem isso por acharem mais fácil e rápido, o que demonstra a gravidade da situação. Desse modo, é inadmissível que, um país com altas taxas tributárias, tenha tamanho descuido em evitar essa situação.


Logo, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Saúde, deve investir em políticas públicas de promoção, por meio de projetos de leis que incluam nas escolas de ensino médio matérias relacionadas a saúde. Com o apoio das unidades básicas de saúde, reafirmando a importância do cuidado pessoal, além de uma melhor capacitação dos professores para lecionarem tal disciplina. Espera-se, com isso, uma diminuição dos índices de automedicação e uma maior qualidade de vida entre a população.

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