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Saneamento básico no Brasil

  Consoante aos conceitos relacionados ao ciclo da vida, sabe-se que todo ser vivo nasce, cresce, se reproduz e, posteriormente, morre. Nesse sentido, é de comum acordo que as espécies possuem liberdade para gerar descendentes e, por consequência, tornam-se capazes de cumprir a linha do tempo proposta pela ciência que estuda a vida. Fora do contexto biológico, verifica-se que essa não é a situação vigente no território brasileiro, visto que, o descaso com o meio ambiente cresce cada vez mais, em razão de questões antropológicas ligadas à ausência de saneamento básico e o descarte impróprio dos dejetos produzidos.


  Em uma primeira análise, observa-se que dentre os inúmeros motivos que levaram ao problema é incontestável afirmar que a falta de direitos seja uma de suas causas. Visto que, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), todos os indivíduos possuem direito irrefutável a qualidade de vida de forma digna com total acesso à água tratada, sistema de esgoto, assistência à saúde e alimentação. Dessa forma, seria possível notar uma realidade com a expectativa de vida altíssima, já que as doenças provenientes desse cenário diminuiriam.


 Por outro aspecto, convém lembrar que a precariedade de incentivos econômicos ligados ao tratamento de água e a coleta de lixo contribuem gradativamente para a proliferação de doenças na população, como a Esquistossomose e a Dengue. Além disso, causam um conssiderável impacto na cadeia alimentar aquática, devido a poluição com o despejo indevido de lixo e esgoto, que contaminam o ecossistema existente nesses locais, e assim, interrompem seu ciclo. 


 Portanto, em virtude dos fatos mencionados anteriormente, é fundamental que o Governo tome providências para amenizar o impasse existente no Brasil atualmente. Faz-se necessária a criação de programas que aumentem a demanda de caminhões para o abastecimento de água tratada, por meio de verbas governamentais, a fim de alcançar a qualidade de vida garantida pela ONU. Ademais, cabe ao Poder Legislativo, criar leis que multem as empresas que descartam materiais em locais inapropiados e fortaleça assim, artigos que proibem tal ato. Somente assim, será possível erradicar as doenças advindas do baixo saneamento e promover a continuidade da vida em ambientes que sofram de algum descuido.


 


   

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