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Saneamento básico no Brasil

Grandes doenças que assolaram o mundo alternado o curso da humanidade influenciando guerras, conquistas e culturas se propagaram facilmente tornando-se uma pandemia devido a precaridade ou inexistência de saneamento básico a exemplo da Peste bulbônica que dizimou a Europa durante a Idade Média. Nos dias atuais no Brasil ainda temos a falta de saneamento básico em diversas regiões, o que afeta a toda população local, sendo então de suma importância a ampliação do saneamento de modo que reduza os gastos na saúde e constribua na economia do país. Dessa forma cabe avaliar os fatores que corroborem com tais afirmações.


Primeiramente tendo em vista que 48% da população Brasileira não possui coleta de esgoto como informa a Comissão de Serviço e Infraestrutura (CI) o que intefere no despejo correto de esgotos industriais e residenciais, fazendo com que estes sejam lançandos sem tratamento na natureza contaminando assim solos e rios e consequentemente toda a biodiversidade presente nestes. Com a contaminação do solo qualquer planta acaba se contaminando e transferindo para o consumidor, da mesma forma ocorre com os rios em relação ao consumo de produtos aquáticos. Assim acaba afetando toda a população que depende dos recursos locais e os que consumirem os produtos dessa região.


Deste modo observa-se que a falta do saneamente básico que inclui a coleta de esgoto e oferta de água tratada  alia-se ao surgimento de diversas doenças devido a proliferação de bactérias, vírus entre outros contaminadores nos ambientes sujos, como febre amarela, amarelão, diarreia, giardíase, leptospirose, dengue e outras. Isso ocasiona o aumento dos gastos na área da saúde para tratar o que podia ser evitado com o investimento no saneamento básico, o que segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) cada R$1 investidos no saneamento evita-se o gasto de R$9 reais na saúde, implicando na redução de gastos e disponibilizando verbas para serem aplicadas em outras esferas.


Portanto urge-se que o ministério do Meio Ambiente juntamente com o ministério da Infraestrutura construam Estações de Tratamento de Efluentes (ETE) e de água (ETA) onde necessita, para que reduza o despejo de esgotos e resíduos em locais inapropriados e haja a oferta de água tratada para toda a população por consequinte reduzindo o número de doenças e gastos. 

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