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Retrospectiva - Tema de Redação ENEM (2014): Publicidade infantil em questão no Brasil

O filósofo francês, Sartre, defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir e pensar pois, este seria livre e responsável. No entanto, analogamente, é perceptível a irresponsabilidade da sociedade hodierna brasileira concernindo à publicidade infantil que prossegue usando técnicas de persuasão. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de promover melhorias acerca dessa temática, atestada pela escassez de conhecimento social perante ao cenário, além da ineficiência legislativa existente no panorama comentado.


Em primeiro plano, é essencial salientar a incompreensão social tangendo à problemática indagada, como causa latente na complexidade do quesito. Segundo a teoria da ação comunicativa do filósofo e sociólogo, Jurgen Habermas, a linguagem é uma verdadeira forma de ação, na qual abre um espaço crítico e pluralista para o entendimento humano. Nessa perspectiva, para que um problema como a publicidade infantil presente no país seja resolvido, é necessário debate sobre ele, entretanto, percebe-se uma lacuna referente à essa questão, que hodiernamente se apresenta de forma muito silenciada. Assim, trazer à pauta esse tema e discuti-lo amplamente aumentaria a chance de solução.


Além disso, como consequência do fato citado anteriormente surge a ineficiência legislativa, terra fértil no assunto abordado. Conforme a resolução número 163, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, é considerado abusiva, dentre outros, a publicidade e comunicação mercadológica cuja intenção é persuadir o público infanto juvenil. Sob essa conjectura, a legislação não se encontra devidamente suficiente relativo à publicidade infantil persuadora no Brasil, uma vez que o empecilho se manifesta fortemente encarnado no contexto atual. Logo, a lei sendo enfraquecida, dificulta-se extremamente a erradicação desse impasse.


Portanto, diante dos fatos conflitantes relativo à temática discorrida, faz-se imperativo desenvolver medidas estratégicas capazes de assegurar a resolução do obstáculo. Sendo assim, cabe as Escolas, mesmo com o ensino à distância, promover um espaço destinado a rodas de conversas e debates sobre as consequências ocasionadas pela publicidade infantil, destacando o feito do ato como atitude criminosa. Tal ação pode-se concretizar por meio de reuniões virtuais em períodos extraclasse contando com a presença dos professores e especialistas no assunto, além dos pais dos estudantes, objetivando a finalidade de combater a publicidade infantil persuadora no Brasil. Ademais, seria viável que eventos como esse seja abertos a toda população, disponibilizando o link nas redes sociais da escola, para ampliar sucessivamente o conhecimento da sociedade acerca da contestação.


 

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