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Retorno das doenças erradicadas

    "Sarampo, pólio, rubéola e difteria: doenças erradicadas voltam a ameaçar o País". Essa é a manchete de uma matéria do site IG Saúde, em 2018, na qual é discutido um dos maiores entraves para a saúde pública nacional e mundial, o retorno de doenças erradicadas. Tal problema vem ganhando forças atualmente, sendo motivado, principalmente, pela disseminação de ideias falsas, que resultam na menor participação popular na cobertura de vacinação e, assim, põe toda a sociedade em risco.
       Primeiramente, é notório que as doenças citadas na manchete possuem como causadores os vírus, logo, a melhor forma de previni-las é com a aplicação de vacinas. Entretanto, com a formação do movimento antivacinas pelo mundo, ideias absurdas e errôneas a respeito dos efeitos da imunização têm criado certo receio, principalmente em pessoas mais leigas, quanto à vacinação. Tudo começou em 1998, quando o médico Andrew Wakefield divulgou, em Londres, que 12 crianças imunizadas contra o sarampo haviam desenvolvido comportamentos autistas. Assim, mesmo já tendo sido comprovada a inexatidão da pesquisa, muitos desconfiam da eficácia desse modo de prevenção.
       Em consequência disso, nota-se que, com a falta de apoio da população, resultado do medo e da incompreensão das pessoas quanto à vacina, ano após ano, menos pessoas são vacinadas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é recomendado que 95% da população seja imunizada por ano, entretanto, em 2016, por exemplo, considerado o ano com a pior taxa de imunização, apenas 85% da população foi vacinada. Isso reflete a desconfiança e o temor das pessoas a respeito das vacinas, que não vão e também não levam seus filhos para vacinar. Dessa forma, temos visto o retorno de doenças como a poliomielite, por exemplo, responsável para paralisia infantil e erradicada, no Brasil, desde 1990.
       Portanto, dado o exposto, é necessária a resolução desse problema antes que o mesmo se torne insolusionável. Logo, o Ministério da Saúde, junto com as emissoras de televisão brasileiras e médicos renomados no Brasil, como o Dr. Dráuzio Varella, deve desenvolver e realizar campanhas publicitárias, durante o horário nobre televisivo, por meio das quais os profissionais apresentarão e ensinarão, desde a produção, até o funcionamento e a importância das vacinas, a fim de elucidar a população e acabar com o medo criado a respeito da imunização pelo movimento antivacina e, dessa forma, mantermos erradicadas estas doenças que se alimentam do bem-estar da população.

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