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Retorno das doenças erradicadas

As doenças infecciosas assolam o mundo desde muito tempo. Exemplo disso foi a Peste Negra, uma das pandemias que ocorreu na Europa durante a Idade Média, levando à morte cerca de um terço da população. Todavia, com os avanços ocorridos na medicina, o tratamento e a prevenção dessas epidemias tornaram-se cada vez mais viáveis. Contudo, o retorno de doenças supostamente erradicadas amedrontam a população, sendo uma consequência da falta de saneamento básico e da vacinação que não é garantida a todos. Em virtude disso, cabe ao Governo, junto à sociedade, buscar maneiras de solucionar essa problemática.


De fato, a ausência de medidas profiláticas influência diretamente na volta de epidemias. De acordo com o relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 4,5 bilhões de pessoas no mundo não tem acesso a saneamento adequado. Em decorrência disso, esses indivíduos estão continuamente expostos a locais de proliferação de agentes epidemiológicos. O que pode confirmar isso é a pesquisa feita pelo Instituto Trata Brasil que afima que 10% das doenças registradas ao redor do globo poderiam ser evitadas se houvesse mais investimentos na condição de vida e higiene.


Ademais, a insuficiência de vacinação deixa parte da população sem a proteção necessária. Confome com o levantamento feito pelo Fundo das Nações Unidas Para a Infância (UNICEF), 21,2 milhões de crianças não receberam a vacina contra sarampo. Isso advém dos sistemas de saúde precários e do medo da imunização. Em detrimento disso, com a vulnerabilidade dos sujeitos, em determinadas regiões, os surtos de doenças retornam e tomam grande proporção.


Destarte, é imprescindível encontrar meios de combater a evoluçao de doenças já erradicadas. Desse modo, é importante que o Ministério da Saúde, por meio de parceria com o Minitério da Cidade, promova melhorias nas condições de saneamento básico, em especial nas áreas marginalizadas que geralmente mais sofrem com a falta de infraestrutura, com o fito de diminuir os focos de aparecimento de agentes contaminantes. Além disso, o Governo deve, por intermédio dos meios de comunicação, produzir campanhas que alertem a sociedade sobre a necessidade de vacinação, com a finalidade de reduzir a contaminação e evitar o descontrole como foi na Idade das Trevas.

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