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Retorno das doenças erradicadas

Na conjuntura contemporânea, o Brasil é reconhecido internacionalmente pela sua cobertura vacinal, que, por meio do Sistema Único de Saúde, oferece a população imunização contra diversas doenças. Entretanto, constata-se uma crescente nos casos de pessoas com patologias ditas erradicadas. Nesse sentido, cabe analisar como o pouco discernimento da população e a falta de fiscalização governamental influenciam na problemática em questão.


Em primeiro plano, convém ressaltar que nos últimos anos houve o crescimento de um movimento anti vacinação no país, onde muitas pessoas deixam de se vacinar por não saberem como as vacinas são feitas, como agem e o motivo de se tomar. Dessa forma, colocam em risco não somente a si mesmas, como também aquelas do meio em que vivem. Por esse motivo, a cidade de São Paulo iniciou um plano municipal em que é obrigatória a vacinação de crianças pequenas para poderem frequentar a creche. Por consequência desta falta de informação na sociedade canarinha, o ato da imunização se afasta mais da realidade dos brasileiros.


Além disso, é fundamental pontuar que, devido a falta de vistoriamento do Governo durante as campanhas vacinais, o cenário se agrava no Brasil. De acordo com a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem direito à saúde e ao bem-estar. Porém, esse direito não tem sido vivenciado na prática pela população brasileira, tendo em vista que em 2018 houveram surtos de sarampo no Norte do país. Logo, fica evidente que a ineficiência governamental em garantir que todos os indivíduos aptos sejam vacinados, dificulta a resolução do problema no país.


Urge, portanto, que medidas sejam tomadas para amenizar a problemática em questão. Em razão disso, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Saúde, por meio de projetos educacionais, deve realizar campanhas de conscientização em escolas do ensino fundamental e médio, acerca dos benefícios do ato de se imunizar e garantir assim, informação sobre o assunto desde a infância. Ademais, o mesmo órgão deve promover campanhas de vacinação dentro das instituições de ensino, visando proteger as crianças e os adolescentes de adquirirem doenças como a poliomielite ou a difteria. Só assim, o Brasil poderá ser reconhecido novamente pela sua eficiência na cobertura vacinal e superar tal adversidade.

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