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Relacionamento abusivo

A grande diferença entre um relacionamento saudável e um relacionamento opressor é o de que no primeiro, há respeito e compreensão de que o próximo tem sua vida própria e portanto não precisa satisfazer 100% suas necessidades. Já no segundo, há um ''comandante'' fazendo com que a vítima seja prioridade dele e não obstante, tem a ''função'' de agir sobre seus comandos.
Nessa perspectiva, um fator relevante a ser observado é o ciúmes, que ao faltar confiança no parceiro em uma relação age como se tudo que a vítima fizer está sendo desrespeitosa com sua pessoa, por exemplo, não poder mais sair com suas amigas(os) que sempre foi uma rotina normal da(o) namorada(o). Contudo, para as pessoas que estão fora do romance pode parecer fácil identificar se determinada pessoa está vivendo um relacionamento abusivo, mas quem vivencia ele já é de extrema dificuldade, tendo em vista que em diversos casos essa problemática é usada como ferramenta de desculpa em atitudes grotescas do abusador, que usam frases do tipo ''eu estava bêbado'' ou ''eu tive uma infância difícil'' para atingir o lado sensível da vítima, até que ela pense ser a culpada e refletir sobre como pode mudar para que seu parceiro sinta-se melhor.
Não obstante, pode-se mencionar casos que acontecem todos os anos, por exemplo de garotas que vivem constantes abusos e violências de seus namorados, mas que não terminam com eles e não os denunciam, porque os mesmos sempre acham meios de se impor como os certos das situações. Não só isso como também, elas não os denunciam por medo, pois os julgamentos são de longas datas e portanto acabam ficando com receio do que pode acontecer dali para frente. Com isso, pode-se mencionar uma pesquisa do Data Senado, em 2013, onde mostra que 30% das mulheres disseram não confiar nas leis de proteção das violências contra as mulheres, justamente porque essas leis muitas vezes não é de rápida atuação.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Sendo assim cabe ao Governo Federal juntamente com o ministério da saúde, disponibilizarem psicólogos especializados em convívios entre casais, para que uma pessoa que tenha medo de denunciar ou que já denunciou mas não consegue esquecer o ocorrido, a entender e compreender como sair dessa situação. Vale lembrar que as mídias sociais podem levantar ''Tags'' contra a violência entre namorados, já que a internet é mundialmente utilizada. Cabe também as Ong's em parceria com escolas, realizarem palestras com intuito de conscientizar as pessoas de como descobrirem que vivem em um caso de abusos, e como podem com segurança denunciar os criminosos.
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