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Relação entre competitividade e qualidade de vida

A Revolução Industrial iniciada no século XVIII, modificou inteiramente a relação homem-trabalho, ao implantar um sistema de produção em massa. A partir de então, o trabalho deixa de ser apenas uma forma de sobrevivência, passando a significar poder e status. O homem após a revolução, tornou-se cada vez mais competitivo, sofrendo diariamente os impactos em sua qualidade de vida.


Em sua teoria intitulada "A sociedade do espetáculo", Guy Debord descreve claramente essa situação, ao ilustrar que a sociedade atual, diferente das primitivas, visa a aceitação alheia como forma de satisfação pessoal. Como consequência disso, está o aumento da competitividade, visto que o homem sente a necessidade de mostrar-se poderoso, para sentir-se aceito pela comunidade em que vive. 


Entretanto, como consequência dessa expectativa que o homem mantém pelo trabalho, está a baixa qualidade de vida. Isso por que a alta cobrança é a principal responsável por doenças como a depressão, a ansiedade e a síndrome de Burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional. Augusto Cury descreve essa situação perfeitamente bem em seu livro "O vendedor de Sonhos", onde discorre o transtorno psicológico vivido por um de seus personagens, ao manter altas expectativas de satisfação profissional como forma de ser bem visto pela sociedade. 


Visto a importância desse tema, cabe ao Ministério da Educação modificar a lógica de ensino das escolas, implantando na grade escolar aulas com psicólogos, com o intuito de educar o aluno para a escolha de uma profissão sem pressões externas ou tentativas de atender as expectativas da família. Somente ao se conhecer, o homem poderá fazer escolhas capazes de conciliar sua saúde com suas expectativas profissionais.

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