use o cupom aprovado21 e ganhe + 21% de desconto extra 21% OFF

Relação entre competitividade e qualidade de vida

O modelo de produção Fordista foi o primeiro a criar uma hierarquia forte e bem definica nos locais de trabalho. Em parte, devido a crises, o Toyotismo (outro paradígima de produção) trouxe uma flexibilização desta hierarquia. A maleabilidade do último modelo trouxe consigo fortes indícios de competitividade, pois neste é possivel subir na hierarquia.


A influência do modelo Toyotista, objetivando a "mais valia relativa' - Conceito criado por Marx que se encaixa na flexibilidade - vem causando competitividade nas empreas e diminuindo a qualidade de vida dos funcionários. O modo como as empresas agem em relação ao conceito de Marx está permitindo o aumento da campetitividade, pois alternando-se entre vários cargos, e a ambissão por muitos outros, cria espaços com rivalidade. Isto sobrecarrega os funcionários podendo causar distúrbios psicológicos e físicos.


Segundo a diretora da RMML consultoria de imagem corporativa, Renata Mello, os competitivos são mais ansiosos e agitados. Somando- se isto ao fato dos distúrbios psicológicos justifica-se a declaração da OMS que prevê, para a próxima dêcada, a depressão como uma das principais condições de afastamento do trabalho. Ou seja, devido as causas supracitadas a concorrência dentro das empresas está, progressivamente, diminuindo a qualidade de vida dos trabalhadores.


O setor de Recursos Humanos é responsável por gerir os funcionários fora do âmbito técnico dentro da empresa, logo, cabe a ele identificar comprtamentos de rivalidade excessiva. Assim praticar ações, como solidariedade em espaços carentes em parceria com instituições religiosas, por exemplo, que coloque toda a equipe com um mesmo objetivo simples e terapêutico.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!